Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,29 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,18 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,89 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,86 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,26 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,59 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,71 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,69 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 133,21 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 148,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 149,07 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 124,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,52 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.510,24 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.400,50 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,97 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 127,22 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 141,41 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Suinocultura quer buscar novas possibilidades no mercado externo

Por mais que o setor se esforce, ainda assim está sujeito às repercussões do embargo europeu à carne bovina brasileira.

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Redação (19/02/2008)- A produção brasileira de suínos com controle total e a organização da cadeia estão entre os principais argumentos para buscar novas possibilidades no mercado externo. Só que, por mais que o setor se esforce, ainda assim está sujeito às repercussões do embargo europeu à carne bovina brasileira. No mercado interno, a conseqüência é semelhante da que ocorre no caso do frango: com a demanda menor do que a oferta, os preços do gado caem e trazem transtorno para o setor, mas com um agravante: o suíno é afetado de forma mais direta neste caso.

"Há uma tendência desses setores afetarem um ao outro", diz o diretor- executivo do Sindicato da Indústria de Produtos Suínos (SIPS), Rogério Kerber. Lá fora, a influência também acontece, mas por motivos diferentes. O suíno sofre de perto com a questão da febre aftosa. Embora possam portar o vírus, é muito difícil que os animais transmitam a doença, pois não são considerados portadores subclínicos – aqueles que sofrem com a aftosa não a desenvolvem, mas podem transmiti-la. Só que, ao contrário dos bovinos, os suínos não contam com a prerrogativa da maturação, processo que desativa o vírus da carne e que é reconhecido internacionalmente.

O fato é que, por estarem suscetíveis à doença, os suínos encontram dificuldade de avançar em outros mercados. "Daí o desconforto desta situação", lamenta Kerber. Atualmente, apenas 13 plantas no Rio Grande do Sul e uma no Mato Grosso estão habilitadas a exportar. Santa Catarina depende da reinspeção, que ainda não tem data agendada, para poder voltar a embarcar carne suína.

Os embarques do Rio Grande do Sul totalizaram 295.391,4 toneladas no ano passado, volume 8,87% maior do que as 271.314,0 toneladas exportadas em 2006. O mercado russo foi o destino de 236.154,5 toneladas em 2007 e representou 79,95% das exportações gaúchas.

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