Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 64,34 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,34 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 153,40 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,38 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,93 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 6,00 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,96 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 135,42 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 136,83 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 148,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,18 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 127,53 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 139,67 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,49 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,50 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.563,34 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.475,23 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 153,99 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 130,28 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 140,00 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 150,47 / cx
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Suinocultura quer buscar novas possibilidades no mercado externo

Por mais que o setor se esforce, ainda assim está sujeito às repercussões do embargo europeu à carne bovina brasileira.

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Redação (19/02/2008)- A produção brasileira de suínos com controle total e a organização da cadeia estão entre os principais argumentos para buscar novas possibilidades no mercado externo. Só que, por mais que o setor se esforce, ainda assim está sujeito às repercussões do embargo europeu à carne bovina brasileira. No mercado interno, a conseqüência é semelhante da que ocorre no caso do frango: com a demanda menor do que a oferta, os preços do gado caem e trazem transtorno para o setor, mas com um agravante: o suíno é afetado de forma mais direta neste caso.

"Há uma tendência desses setores afetarem um ao outro", diz o diretor- executivo do Sindicato da Indústria de Produtos Suínos (SIPS), Rogério Kerber. Lá fora, a influência também acontece, mas por motivos diferentes. O suíno sofre de perto com a questão da febre aftosa. Embora possam portar o vírus, é muito difícil que os animais transmitam a doença, pois não são considerados portadores subclínicos – aqueles que sofrem com a aftosa não a desenvolvem, mas podem transmiti-la. Só que, ao contrário dos bovinos, os suínos não contam com a prerrogativa da maturação, processo que desativa o vírus da carne e que é reconhecido internacionalmente.

O fato é que, por estarem suscetíveis à doença, os suínos encontram dificuldade de avançar em outros mercados. "Daí o desconforto desta situação", lamenta Kerber. Atualmente, apenas 13 plantas no Rio Grande do Sul e uma no Mato Grosso estão habilitadas a exportar. Santa Catarina depende da reinspeção, que ainda não tem data agendada, para poder voltar a embarcar carne suína.

Os embarques do Rio Grande do Sul totalizaram 295.391,4 toneladas no ano passado, volume 8,87% maior do que as 271.314,0 toneladas exportadas em 2006. O mercado russo foi o destino de 236.154,5 toneladas em 2007 e representou 79,95% das exportações gaúchas.

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