Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 64,24 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 149,18 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 155,55 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 10,33 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,92 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↓ R$ 6,00 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 6,01 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 129,09 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 129,77 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 142,23 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 140,41 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 121,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 132,98 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,27 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,29 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.563,58 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.503,06 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,33 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 128,04 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 138,21 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 150,17 / cx
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Mofo Branco ataca lavouras goianas de soja

Esta é uma doença característica do feijão, principalmente, das lavouras irrigadas. Porém, vem se espalhando em outros cultivos como a soja, mesmo que sejam produzidos em sequeiro.

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Redação (25/02/2008)- Lavouras de soja em regiões úmidas, de temperaturas baixas e altitude elevada vêm sendo infestadas pelo Mofo Branco. A doença é provocada por um fungo (Sclerotinia sclerotiorum) e se manifesta na planta por meio de lesões encharcadas que se espalham rapidamente para as hastes, ramos e vagens. Nos tecidos infectados, aparece uma eflorescência que lembra algodão. A planta perde vitalidade e morre e, a lavoura diminui seu potencial de produtividade.

Segundo o engenheiro agrônomo e produtor rural no município de Silvânia (GO), Dalmo Sávio Martins Pereira, o Mofo Branco é uma doença característica do feijão, principalmente, das lavouras irrigadas. Porém, vem se espalhando em outros cultivos como a soja, mesmo que sejam produzidos em sequeiro. Dalmo explica que o controle da doença nas lavouras de soja – em comparação com as de feijão – é praticamente inviável, uma vez que o preço da soja no mercado é bem menor que a do feijão. No final da produção, a venda da soja não cobre os custos das aplicações de defensivos para o controle do fungo.

Algumas medidas de controle podem ser tomadas como a rotação de cultura, mas o engenheiro agrônomo afirma que também não são muito eficientes. "Há casos em que o fungo se aloja no solo por cerca de 11 anos e ataca lavoura após lavoura", explica. Dalmo conta que no município de Silvânia onde é produtor e presta assistência técnica cerca de 30% dos talões de lavouras de soja estão infestados com o fungo. Os municípios como Cristalina, Luziânia e São Miguel do Araguaia enfrentam o mesmo problema. As informações são da assessoria de imprensa da Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (Faeg).

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