Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 64,27 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 146,69 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 152,41 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,48 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,93 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 6,02 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,99 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 129,09 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 131,45 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 141,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 143,17 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 121,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 132,98 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,27 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,29 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.560,32 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.473,40 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,33 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 128,04 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 138,21 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 150,17 / cx
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Stephanes prevê superação de embargo e de aftosa em um ano

O primeiro passo para solucionar o problema com a UE foi dado anteontem, quando o bloco econômico liberou 106 fazendas para exportar carne.

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Redação (29/02/2008)- O ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, previu ontem que o imbróglio envolvendo a exportação da carne brasileira à União Européia (UE) será resolvido até o começo de 2009. O prazo é o mesmo para o Paraná comprovar que controlou a febre aftosa junto à Organização Mundial de Saúde Animal (OIE). “É possível que as duas coisas coincidam e o Paraná possa também se tornar um exportador para os europeus”, disse.

O primeiro passo para solucionar o problema com a UE foi dado anteontem, quando o bloco econômico liberou 106 fazendas para exportar carne “in natura” e quebrou o embargo que durava um mês. “Estamos entrando em um processo de confiança, agora é trabalhar corretamente.” A crise começou quando o governo tentou liberar uma lista com 2.681 propriedades aptas para exportação, enquanto os europeus estimavam apenas 300.

Stephanes explicou que a UE terminará a auditoria de outras 180 fazendas até 15 de março, o que marca uma segunda etapa nas negociações. Essa quantidade precisa crescer, já que estudos apontam que o Brasil precisa de ao menos 5 mil propriedades aptas para tornar viável a cadeia de exportação. A partir dos próximos dias, o ministério atuará em duas linhas para garantir esse aumento – tentará cumprir as exigências dos europeus e, ao mesmo tempo, modificá-las.

Atualmente, o bloco pede o cumprimento de 25 itens – a maioria deles burocráticos – para comprovar a sanidade do gado nacional. “Muitos deles se repetem, são desnecessários”, afirmou o ministro. O governo formará um grupo de trabalho composto por seis especialistas em rastreabilidade, que irá propor uma simplificação dessas regras.

“A idéia é manter todas as exigências de sanidade, mas adequá-las às necessidades do nosso produtor.” A equipe contará com pelo menos um estrangeiro. Entre os demais, estará o ex-secretário de Agricultura do Paraná, Antonio Poloni.

Stephanes também adiantou que irá propor aos interessados em exportar à UE que a auditoria das empresas certificadoras de rastreabilidade seja feita por uma entidade privada. Hoje ela é de responsabilidade do ministério, que fez apenas uma auditoria geral nos últimos dois anos.

Quanto à aftosa, Stephanes afirmou que o governo reinicia a partir da semana que vem a negociação com a OIE para receber a certificação de controle da doença. Sem isso, o Paraná não pode exportar aos europeus. O assunto está sendo tratado no comitê científico da entidade. “É uma discussão que não é linear, mas que avança e deve ser resolvida até dezembro.”

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