Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 64,30 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 146,18 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 152,13 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,38 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,93 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 6,01 / kg
Suíno - Estadual SC ↓ R$ 5,95 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 134,59 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 136,83 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 148,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,18 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 127,27 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 139,67 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,49 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,50 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.560,04 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.473,40 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 153,99 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 128,04 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 140,00 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 150,47 / cx
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Correta Aplicação de Vacinas

As vacinas autógenas são ótimas ferramentas que as granjas tem à disposição para o controle das doenças. Estas enfermidades causam perdas e prejuízos muitas das vezes incalculáveis, como é o caso da Síndrome da Circovirose Suína, na atualidade.

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Redação (05/03/2008)- Porém, é importante se ter em mente que não é só utilizar a vacina que ela terá a eficácia desejada. É necessário seguir uma série de medidas, que muitas das vezes são passadas despercebidas por quem está em uma granja utilizando uma vacina, como exemplos fornecer uma temperatura ideal para a conservação, seja no transporte ou no armazenamento; conter o animal corretamente; aplicá-la da melhor forma para que tenha o melhor efeito; dentre outras.

Nesta, abordaremos as medidas relacionadas com o manejo de vacinação, dando ênfase à aplicação de vacinas nos suínos. Segue abaixo alguns pontos relevantes que devem ser verificados para que a vacinação tenha sua melhor eficácia:

Contenção dos animais: Uma contenção adequada evita que o animal se mova no momento da aplicação, promovendo segurança para o aplicador e diminuindo as chances de haver refluxo da vacina. A contenção de Porcas deve ser com o Cachimbo, e para leitões um ajudante ou o próprio aplicador deve segurar o animal em seu colo, próximo a barriga.

Agitação do frasco antes de aplicar: Alguns componentes da vacina, como as bactérias inativadas ou tecidos macerados, tendem a se depositar na parte do frasco voltada para baixo, devido a força da gravidade. Agitar o frasco garante a uniformização do conteúdo, propiciando ao suíno quantidades ideais do composto de uma vacina.

Utilização de dose correta: Deve-se utilizar a dose indicada nas bulas das vacinas. Caso queira mudar a dose, consultar Médico Veterinário especialista no assunto. No caso das vacinas autógenas do TECSA Laboratórios, a dose para Porcas é de 4ml e para leitões 2ml.

Material (agulhas, seringa, caixa, etc) limpo e organizado: Material limpo contribui para a diminuição da ocorrência de abcessos nos animais, e a organização do material aumenta a eficiência do manejo de vacinação, pois muitas das vezes a pessoa responsável pela aplicação tem muitos animais para vacinar em pouco tempo. Em um ambiente organizado é mais fácil encontrar o que se procura.

Antes da aplicação, passar um algodão embebido no álcool no local da aplicação, para melhor higienização, lembrando que deve-se passar o algodão em uma só direção para não espalhar a sujeira.

Aplicação no local correto do animal: As vacinas podem ser aplicadas via intramuscular, subcutânea ou oral. Deve-se seguir o que manda a bula. Para aplicação via intramuscular, deve-se aplicar a vacina na região do pescoço do suíno e para via subcutânea, deve-se aplicar na prega atrás da orelha. Não aplicar em regiões nobres do animal, como lombo e pernil.

Utilização de agulha correta: Deve-se utilizar agulhas menores para leitões, e agulhas maiores para Porcas, lembrando que uma porca pode ter uma camada espessa de gordura e a agulha precisa atravessá-la.

Utilização de uma agulha para o frasco e outras para os animais: Deve-se ter apenas uma agulha para o frasco, para evitar contaminação da vacina. Lembrar de retirar a agulha do frasco após a vacinação.

Utilização de quantos animais por agulha: Deve-se utilizar 5 animais por agulha e descartá-la após o uso.

Conservação da vacina durante manejo: Deve-se transportar e armazenar as vacinas durante o transporte e aplicação nos animais, em caixas de isopores com gelo, para que a vacina continue preservada. Verificar se ao final da vacinação as vacinas ainda se encontram resfriadas.

Terminar um frasco antes de abrir o outro: Uma vacina aberta possui mais chances de perder sua eficácia. Só guardar vacina aberta se não for possível acabar com o frasco nos últimos animais, e usá-la na próxima vacinação. Importante também ficar atento ao prazo de validade das vacinas e utilizar sempre as que estão mais próximas da data do vencimento.

Possuir controle de animais vacinados e animais ainda para vacinar: Caso uma granja não faça este controle, aumenta a chance de deixar de aplicar a vacina ou aplicar duas vezes em um mesmo animal. Para marcação dos animais, o bastão marcador funciona muito bem.

Controlar a ocorrência de abcessos nos lotes anteriores: Deve se ficar atento e quantificar a ocorrência de abcessos nos animais, para se ter um maior controle do manejo da vacinação.
 

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