Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 64,87 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 151,38 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 157,41 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 10,23 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,90 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↓ R$ 5,94 / kg
Suíno - Estadual SC ↓ R$ 6,00 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 129,18 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 129,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 142,29 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 139,61 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 121,02 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 132,81 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,24 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,26 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.569,61 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.499,49 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 153,87 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 128,19 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 136,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 150,17 / cx
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MS aguarda para maio atestado da OIE como área livre de aftosa

Em novembro do ano passado, o Mapa (Ministério da Agricultura e Pecuária) já reconheceu MS como área livre do vírus da doença com vacinação.

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Redação (24/03/2008)- Mato Grosso do Sul aguarda ser reconhecido no mês de maio pela OIE (Organização Internacional de Epizootia) como área livre de febre aftosa, segundo informação da secretária estadual de Produção e Turismo, Tereza Cristina Corrêa a Costa.

Em novembro do ano passado, o Mapa (Ministério da Agricultura e Pecuária) já reconheceu MS como área livre do vírus da doença com vacinação. O reconhecimento da OIE é fundamental para o Estado retomar a venda da carne bovina para grandes mercados internacionais.

A partir da certificação do Mapa como livre da doença com vacinação, no ano passado, o Estado deu início aos pleitos junto à OIE. O reconhecimento da Organização é uma exigência de alguns compradores, como a União Européia, e foi perdido pelo Estado em 2005, com o surgimento de casos da doença em Eldorado, Japorã e Mundo Novo.

Durante entrevista ao programa de rádio Tribuna Livre da FM Capital, a secretária disse que o Estado passou por uma má fase na pecuária em razão da doença, mas que hoje a situação é melhor.

Ela acredita que os preços da carne bovina para o produtor devem melhorar neste ano. Tereza Cristina ressaltou que a situação dos pecuaristas é mais confortável se comparada com os agricultores, por exemplo, já que os criadores de gado estão menos endividados.

Perspectivas agrícolas

Tereza Cristina salientou que o ano também oferece boas perspectivas para a agricultura com melhora significativa nos preços. Os produtores rurais de MS amargaram perdas no ano de 2005 e 2006 em razão de variações climáticas.

A secretária explicou que os produtores de milho, por exemplo, ganharam novo fôlego com a exportação do produto que atingiu recorde, tudo porque a União Européia não cultivou quantidade suficiente do grão.

“Só MS vendeu para o mercado externo quase 800 mil toneladas, o que deu fôlego ao produtor”, enfatizou a secretária.

Na mesma entrevista, ela demonstrou otimismo com a renegociação das dívidas rurais que deve ser anunciada amanhã pelo ministério da Agricultura.

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