Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 64,85 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,77 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,61 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,05 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,77 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,95 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,91 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,83 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,81 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 135,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 137,45 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 148,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,18 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 127,37 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 139,67 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,49 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,51 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.571,18 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.482,72 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 151,87 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 130,71 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 138,94 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 148,92 / cx
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Ovos contribuem para o aumento do IPC

Além do produto, frutas e legumes seguem com preços mais elevados no mercado interno.

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Redação (27/03/2008)- Os preços mais elevados dos ovos, das frutas e dos legumes foram os maiores responsáveis pela migração do subgrupo alimentício Produtos In Natura do terreno negativo (-0,27%) para o positivo (1,08%) entre a segunda e a terceira quadrissemana de março na capital paulista. A avaliação é do coordenador do Índice de Preços ao Consumidor (IPC) da Fipe, Márcio Nakane. Ele afirmou que o subgrupo teve papel fundamental para que o grupo "Alimentação" apresentasse uma queda menor no período, de 0,03% ante 0,13%.

De acordo com a apuração da Fipe, o item ovos continuou sendo o alimento de maior contribuição de alta para o IPC. No período, subiu 14,45% ante 11,74% e respondeu sozinho por 0,05 ponto porcentual da inflação paulistana, de 0,26% na terceira quadrissemana. Na mesma pesquisa, o segmento Frutas variou 0,59% ante 0,24%; e os legumes apresentaram alta média de 2,00% contra um recuo de 3,60% no levantamento anterior.

Nakane destacou que a Alimentação não subiu na terceira quadrissemana apenas porque ainda há uma espécie de "cabo-de-guerra" entre o subgrupo Produtos In Natura e o de alimentos semi-elaborados, que, na pesquisa divulgada hoje pela Fipe, apresentou queda média de 1,88% ante baixa de 1,22%. Neste subgrupo, o destaque continua sendo o preço do feijão, que recuou 12,54% ante queda de 8,94% e respondeu por um alívio de 0,06 ponto porcentual no IPC.

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