Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,67 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 154,91 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 161,56 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,50 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,14 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,37 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,25 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,27 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 132,51 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 135,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 144,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 150,55 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 124,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,30 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.544,33 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.450,60 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 128,20 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 143,70 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 157,15 / cx
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Pesquisa investiga emissão de dióxido de carbono em lavouras de milho

A pesquisa é pioneira no Brasil. Outros trabalhos semelhantes já foram realizados em florestas e em cana-de-açúcar.

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Redação (03/04/2008)- Entender e quantificar a contribuição da cultura do milho na emissão de CO2, o dióxido de carbono, um dos gases que mais contribui para o efeito estufa. Em poucas palavras, este pode ser considerado o principal objetivo de trabalho que vem sendo desenvolvido na Embrapa Milho e Sorgo (Sete Lagoas-MG) por dois estudantes de doutorado da UFV (Universidade Federal de Viçosa).

Com o nome “Balanço de energia e CO2 na cultura do milho: medições de campo e estimativas via satélite”, a pesquisa busca entender a contribuição do milho no balanço do gás entre solo e atmosfera e quantificar o tamanho e as variações dos fluxos de CO2. “Outro aspecto é o suporte com dados para pesquisas futuras, as quais necessitarão de dados experimentais para estudos com modelos diversos que possam avaliar a contribuição do cultivo comercial para as atuais mudanças climáticas e vice-versa”, acrescenta Vanda Andrade, aluna da UFV.

A pesquisa é pioneira no Brasil. Outros trabalhos semelhantes já foram realizados em florestas e em cana-de-açúcar. Mas com o milho é o primeiro. Esse tipo de pesquisa, na opinião dos envolvidos no trabalho,  posiciona o Brasil entre os grandes países comprometidos com as questões climáticas e mostra que o país tem estudado solucionar questões agrícolas ligadas ao tema das mudanças climáticas. Na pesquisa, estão sendo utilizados os mesmos equipamentos e as mesmas técnicas que pesquisadores da Europa e dos Estados Unidos usam.

Até o momento, foram coletados dados de fluxos de dióxido de carbono, calor latente e calor sensível, além dos componentes micrometeorológicos em um pivô de irrigação com 36 hectares de milho. É um plantio preliminar e está programada repetição do ensaio experimental. Ao final do trabalho, a expectativa é de que seja possível ajudar o produtor rural a tomar decisões importantes como a data mais indicada para plantio, o manejo cultural mais apropriado e a utilização de irrigação.

Além de Vanda Andrade, o estudante de doutorado Marcos Silva participa da pesquisa. A coordenação está a cargo do professor José Maria Nogueira da Costa, da UFV, e são co-orientadores do trabalho os pesquisadores Williams Ferreira e Luiz Marcelo Sans, ambos da Embrapa Milho e Sorgo. Para Williams, “a pesquisa que está sendo feita coloca a cultura do milho, que é de grande importância para o país, em posição privilegiada em termos de conhecimento em comparação com outras culturas agrícolas”. Além de ajudar, futuramente, os produtores rurais na tomada de decisões, os resultados poderão nortear a política agrícola do governo brasileiro.

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