O Museu é decorado com fotos, objetos e documentos doados pela comunidade através de campanhas e visitas realizadas na zona rural e na cidade.
Museu do Milho na ExpoFemi 2008 retrata a história de Xanxerê
Redação (07/04/2008)- O município de Xanxerê é reconhecido como a capital estadual do milho e, desde o ano de 1982, realiza bienalmente a Festa Estadual do Milho – ExpoFemi – que, nesta 14a edição em 2008, acontecerá de 5 a 13 de abril, no Parque de Exposição Rovilho Bortoluzzi. Para evidenciar este status e resgatar a história de um dos municípios que mais produz milho no Estado, o Departamento de Cultura do município de Xanxerê mantém o Museu do Milho instalado no parque de exposições. Pela importância cultural que representa, o Museu permanente aberto durante todo o ano, mas, é durante a Festa Estadual do Milho que o público se intensifica. Na última edição, em 2006, cerca de 80 mil pessoas visitaram o local.
O Museu é decorado com fotos, objetos e documentos doados pela comunidade através de campanhas e visitas realizadas na zona rural e na cidade e expressa a diversidade de culturas que representa o município, destacando o cultivo do milho e os antigos métodos de trabalho. O prédio rústico construída tem 217.90 metros quadrados de tijolo maciço sem reboco, cobertura de telha cerâmica, piso de concreto desempenado com forro e aberturas de madeira. Compõe a decoração externa uma roda d´agua, um poço, um forno, manjolo, um moinho de pedra que ainda produz farinha, cascata natural com bica d´agua e cerca de taipas. A parte interna conserva acervo de 150 peças e cenário representando a cultura local, principalmente o estilo de vida e de sobrevivência de antepassados. “Pretendemos melhorar ainda mais este patrimônio, ampliando a aquisição de objetos e documentos, preservando o espaço físico para que as gerações futuras possam conhecer, estudar e valorizar o passado”, salienta a presidente da comissão do Museu do Milho, Marivania Paludo. A comissão é formada também por Márcia Galvagni, Silvino Berté, Antonio Rabaiolli, Erenita Isotton, Loreni Rigatti, Beatriz Sirena, Nilce Brandenbergher, Enedi Paludo, Antonio Rabaiolli e Lauri Demarchi. Leia também no Agrimídia:




















