Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,35 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,31 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,75 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,46 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,55 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,67 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,72 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,73 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 144,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 152,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 163,60 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,83 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,39 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.562,68 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.468,08 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,63 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,46 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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UE volta a dificultar exportação de carne

Um documento, do dia 2 de abril, alerta que as empresas exportadoras teriam de ter cautela na compra de carne de fazendas que, teoricamente, já teriam sido autorizadas a vender.

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Redação (07/04/2008)- As exportações de carne do Brasil para a Europa voltam a ser alvo de uma polêmica dentro do governo. A reportagem teve acesso a um comunicado interno do Ministério da Agricultura que causou pânico entre o setor privado. O documento, do dia 2 de abril, alertava que as empresas exportadoras teriam de ter cautela na compra de carne de fazendas que, teoricamente, já teriam sido autorizadas a vender.

O problema é que empresas compraram carne e gado dessas fazendas, acreditando que estavam certificadas para serem exportadas para o mercado europeu. No fim de fevereiro, a União Européia (UE) barrou as carnes brasileiras, afetando exportações de US$ 1,4 bilhão por ano. O motivo era a falta de certificação sanitária.
 
Algumas semanas depois, 95 fazendas foram autorizadas a vender, depois de uma ampla inspeção feita pela UE. Nos últimos dias, porém, o setor privado levou um susto. Segundo um comunicado do governo, os europeus não estariam liberando automaticamente a carne de cada uma das fazendas liberadas para a exportação. “Em decorrência do problema (sanitário), a exportação está vinculada à liberação de fazendas habilitadas previamente, o que reduz consideravelmente o volume de carnes em condições de serem exportadas”, apontou o Ministério da Agricultura no documento.

O Ministério da Agricultura ainda faz uma advertência e sugere que “se tenha precaução no abate de animais dessas fazendas, com vistas a exportação de carnes para a UE, até que se disponha de um posicionamento, formal e definitivo, das autoridades sanitárias européias”.

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