Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,62 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,26 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,52 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,94 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,13 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,32 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,62 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,81 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,75 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 132,70 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 145,29 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 146,96 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 124,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,34 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.532,17 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.419,84 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,97 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 127,83 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 140,69 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Doenças em milho preocupam

Trabalhos em órgãos oficiais e privados têm demonstrado que as lavouras que recebem tratamento fúngico tem tido repostas muito positivas em termos de ganhos de produtividade.

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Redação (18/04/2008)- A palavra doença no milho nunca teve uma repercussão tão importante quanto agora. Trabalhos em órgãos oficiais e privados têm demonstrado que as lavouras que recebem tratamento fúngico tem tido repostas muito positivas em termos de ganhos de produtividade. Dentre as mais importantes estão a Cercosporiose (Cercospora zeae-maydis), cujos danos podem ser superiores a 80% se não controlada, estando presente em todas as regiões produtoras do Brasil; Mancha de Phaeosphaeria (Phaeosphaeria maydis), ocorrendo principalmente em cultivos tardios podendo chegar a danos superiores a 60%; Helmintosporiose (Excerohilum turcicum), atacando as plantas antes da floração com danos até 50% e as ferrugens (Puccinia polysora, Puccinia sorghi, Physopella zeae), que aparecem em várias regiões com danos variados. Ainda presentes as podridões do colmo e raízes, enfezamentos, viroses e problemas causados por nematóides.

Várias medidas são sugeridas para o manejo de doenças na cultura do milho: 1) o plantio em época adequada, de modo a se evitar que os períodos críticos para a produção não coincidam com condições ambientais mais favoráveis ao desenvolvimento da doença. 2) a utilização de sementes de boa qualidade e tratadas com fungicidas. 3) a utilização da rotação com culturas não suscetíveis. 4) o manejo adequado da lavoura – adubação, população de plantas adequada, controle de pragas e de invasoras e colheita na época correta.

Essas medidas trazem um benefício imediato ao produtor por reduzir o potencial de inóculo em sua lavoura, mas, principalmente, contribuem para uma maior durabilidade e estabilidade da resistência genética presentes nas cultivares comerciais, por reduzirem a população de agentes patogênicos. Nos últimos anos, os pesquisadores têm realizado ensaios sobre a aplicação preventiva de fungicidas na cultura do milho. Os resultados tem sido satisfatórios na medida em que as lavouras têm sido atacadas com mais freqüência e intensidade por alguma das doenças citadas.

Para conhecer os fungicidas registrados para o milho entre no Agrolinkfito. Nesta sessão você encontrará mais de inseticidas e herbicidas recomendados para mais 124 culturas.

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