Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 67,18 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,14 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 154,91 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,33 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,43 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,49 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,67 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,60 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,62 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 152,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,83 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,40 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.560,92 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.455,60 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,63 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Maranhão adere ao Programa Nacional de Sanidade Avícola

Para desenvolver o Pesa, a Aged/Seagro preparou um quadro técnico composto por 18 coordenadores.

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Redação (18/04/2008)- O Maranhão agora faz parte do Programa Nacional de Sanidade Avícola (PNSA), do Ministério da Agricultura (Mapa). A adesão foi realizada por meio da Agência Estadual de Defesa Agropecuária (Aged), órgão vinculado à Secretaria de Estado da Agricultura (Seagro). De acordo com coordenador do Plano Estadual de Sanidade Avícola (Pesa/Aged), o médico veterinário Flávio Luciano Leite de Andrade, a adesão implica em dizer que a agência executará as atividades da Instrução Normativa nº 17 (IN), no âmbito estadual, no que se refere ao Plano Nacional de Prevenção da Influenza Aviária e Prevenção e Controle da New Castle.

Para desenvolver o Pesa, a Aged/Seagro preparou um quadro técnico composto por 18 coordenadores (médicos veterinários), treinados e capacitados, que estão nas regionais do Estado, coordenando e assessorando os demais. "Estamos também fazendo o cadastramento das propriedades avícolas – comerciais e de subsistência -; cadastramento de sítios migratórios (Panaquatira, Cururupu e São Bento). Em São Bento, inclusive, fizemos um inquérito soroepidemiológico, com uma equipe multidisciplinar e de diversos órgãos parceiros (Mapa, Uema e biólogos), em abril de 2007, onde coletamos amostras de 200 aves, sendo constatado um resultado negativo para qualquer doença avícola", explicou Flávio Andrade.

Estão sendo feitos, ainda, o cadastramento de casas revendedoras de aves vivas e o cadastramento de pontos de risco (lixões, sítios migratórios, etc). De acordo com o diretor geral da Aged, Sebastião Anchieta, o Maranhão está fazendo um trabalho para atingir o nível D, o que só poderá acontecer após uma auditoria a ser realizada, este ano, pelo Ministério da Agricultura.

O aparecimento da Influenza Aviária pode ser por meio de aves migratórias, equipamentos contaminados ou alimentos contaminados. O Ministério da Agricultura monitora fortemente os portos e aeroportos, através do serviço denominado de Vigiagro, considerados como pontos vulneráveis. Enquanto isso, a Aged faz o controle dos pontos de riscos dentro do Estado, já citados, pedindo, ainda, a Guia de Trânsito Animal (GTA) e os demais requisitos sanitários. Por exemplo, as aves reprodutoras devem estar acompanhadas de GTA e precisam vir de granjas certificadas.

As propriedades são regularmente visitadas pelos técnicos da Aged, que podem intensificar esta rotina em caso de notificação de doenças em aves, visando coletar material e fazer análise em laboratório autorizado, em São Paulo.

A avicultura maranhense tem como atividade principal a criação de frango de corte, tendo uma produção anual de aproximadamente 28.731 toneladas/ano. Oitenta por cento desta produção está situada na Região Metropolitana de São Luís, seguidos pelos municípios de Bacabeira, Santa Inês, Timon, Caxias, Olho D´Água das Cunhãs e Bacabal.
É importante destacar que circulam, no trânsito interno do Estado, em torno de 24 milhões de cabeças de aves, anualmente, destas, 51% (12,2 milhões) estão no alojamento de pintinhos e os outros 49% são destinados a abates em feiras livres. Quanto à movimentação de aves para outros estados é insignificante. Até fevereiro de 2008 foram transportadas 55 mil aves, destas 67% foram para o Piauí, 18% para o Tocantins e 17% para o Pará, o restante ficou distribuído para os estados de Pernambuco, Amapá, Goiás e Ceará, segundo levantamento realizado pela Superintendência Federal da Agricultura no Maranhão (Sedesa), órgão do Ministério da Agricultura.

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