Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,67 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 154,91 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 161,56 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,50 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,14 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,37 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,25 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,27 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 132,51 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 135,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 144,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 150,55 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 124,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,30 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.544,33 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.450,60 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 128,20 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 143,70 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 157,15 / cx
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Brasil propõe ao Parlamento do Mercosul resolução em defesa dos biocombustíveis

Meta é provar que a crise nos alimentos não tem ligação com a produção do biocombustível.

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Redação (29/04/2008) –A representação brasileira no Parlamento do Mercosul (Parlasul) propôs nessa segunda-feira (28-04), durante a 9ª Sessão do Parlasul, que seja aprovada uma resolução que demonstre que a causa do aumento dos preços de alimentos em todo o mundo não são os biocombustíveis.

“O verdadeiro problema para aumentar rapidamente a oferta de alimentos e superar essa crise e a fome no mundo é reduzir os subsídios dos países ricos, dos Estados Unidos e da União Européia, que são US$ 400 bilhões, e que prejudicam decisivamente a produção dos países pobres”, afirmou o senador Aloizio Mercadante (PT-SP), presidente da representação brasileira, em entrevista à Agência Brasil.

Aos subsídios, Mercadante acrescenta o crescimento do consumo em países asiáticos, especialmente Índia e China, “que estão sofrendo um forte aumento de urbanização, de renda, no consumo de alimentos, e não têm capacidade agrícola para acompanhar essa tendência”. Outro fator, de acordo com o senador, é o aumento no preço do petróleo, que encarece o custo da produção de alimentos.

Em relação ao pedido do relator das Nações Unidas para o Direito à Alimentação, Jean Ziegler, de que fosse suspensa a produção de biocombustíveis, Mercadante diz que é inapropriado.

“Eu diria que a moratória que nós tínhamos que fazer são dos subsídios abusivos que a União Européia e os Estados Unidos, de US$ 400 bilhões, que impedem a competitividade, a produção, a agricultura de subsistência e familiar na África, na América Latina, nas regiões mais pobres do planeta”, disse.

“Nós produzimos etanol há mais de 30 anos e nunca tivemos problemas de preço de alimentos, pela produção brasileira, mesmo porque nós temos aumentado significativamente a produção”, concluiu.

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