Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 66,81 / kg
Soja - Indicador PRR$ 120,41 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 126,45 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 8,97 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 5,75 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 5,67 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 5,27 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 5,18 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 5,47 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 156,60 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 157,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 174,22 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 177,34 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 148,58 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 167,80 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,34 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,36 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.329,31 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.227,27 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 180,12 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 152,51 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 165,67 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 179,88 / cx

Diferenciação de leitões natimortos e mumificados

É necessário um bom controle zootécnico, associado à informações clinicas, ambientais e laboratoriais das granjas, visando minimizar os prejuízos.

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Redação (12/05/2008)- A suinocultura industrial com a produção em larga escala, possui uma margem estreita de resultados e lucros, portanto não podemos deixar de abordar alguns fatores que atingem a primeira fase da criação de suínos, a maternidade, responsável por grande parte do sucesso da produção. O grande problema que atinge essa fase, são os aumentos das taxas de natimortos e mumificados. Muitos fatores podem estar relacionados a esse aumento, o que implica um impacto negativo na produção. Por isso torna-se necessário um bom controle zootécnico, associado à informações clinicas, ambientais e laboratoriais das granjas, visando minimizar os prejuízos. Os índices aceitáveis de leitões natimortos são de 5% e para leitões mumificados de 1,5%.

Como diferenciar leitões natimortos de leitões mumificados?
Leitões natimortos são leitões caracterizados pelo perfeito desenvolvimento externo, mas que já nascem mortos. Esse perfeito desenvolvimento indica que a morte ocorreu após um período superior a 90 dias de gestação, tempo insuficiente para ocorrer grandes alterações. Os natimortos são classificados em dois tipos: o tipo I, considerado o mais comum, sendo principalmente causado por agentes infecciosos como Parvovírus, leptospira, vírus de aujesky e, também, por ingestão de algumas toxinas, sendo a Zearalenona a mais importante delas. Os leitões desse tipo morrem momentos antes do parto.

Os natimortos classificados como tipo II, são resultantes de problemas no momento do parto: leitões em posições inadequadas, leitegadas muito grandes, partos muito longos. Os leitões natimortos desse tipo geralmente estão vivos durante o parto, mas morrem no momento do parto. Já os leitões mumificados, são aqueles leitões que já nascem mortos, com uma coloração achocolatada, aspecto desidratado (aspecto de múmia) e com tamanhos reduzidos.

Leitões mumificados tem sua vida interrompida entre o 35º e 90º dia de gestação e, por ser um processo asséptico, permite a continuação da gestação com os outros fetos vivos. Dentre as causas do aumento da taxa de mumificados estão as infecções pelo parvovírus, leptospira, toxoplasmose, aujeszky, vírus da encefalomiocardite, paramixovírus e não infecciosas, como limitação do espaço uterino, micotoxinas, instalações, manejo, dentre outros.

Considerações finais: A redução das taxas de natimortos e mumificados ajudam a otimizar a eficiência reprodutiva dos plantéis, o que reduz custos e aumenta a lucratividade da granja. O diagnóstico desses problemas é muito importante para a implantação de medidas corretivas no sistema e na prevenção de futuros problemas relacionados a reprodução. Portanto, é aconselhável conhecer a real condição da sua granja através de exames laboratoriais e adotar um correto programa de vacinação.

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