Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,53 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 154,10 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 159,94 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 8,36 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,88 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,18 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,47 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,36 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,33 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 140,65 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 143,95 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,33 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,34 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.553,71 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.454,52 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,30 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,12 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 161,54 / cx
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Paraná deverá produzir 250 milhões de litros de biodiesel até o final de 2009

As informações foram anunciadas no seminário Ações do Iapar no Programa Paranaense de Bionergia, realizado nesta terça-feira (27/05) na Secretaria da Agricultura e do Abastecimento, em Curitiba.

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Redação (28/05/2008)- Até o final de 2009 o Paraná deverá produzir até 250 milhões de litros de biodiesel. Essa estimativa será concretizada quando entrarem em operação as plantas industriais previstas, sendo que a maior delas será a da Petrobrás no município de Palmeira. O número de produtores que cultivam oleaginosas para produção de biodiesel, hoje em torno de 1 mil, deverá avançar para cerca de 30 mil, prevê o coordenador do Programa Paranaense de Bionergia, Richardson de Souza.

As informações foram anunciadas no seminário “Ações do Iapar no Programa Paranaense de Bionergia”, realizado nesta terça-feira (27-05) na Secretaria da Agricultura e do Abastecimento, em Curitiba. No Paraná, o programa de bioenergia visa inserir a agricultura familiar no cultivo de oleaginosas para que seja uma opção de renda segura na propriedade.

Durante o seminário, o presidente do Instituto Agronômico do Paraná (Iapar), José Augusto Pichetti, entregou ao secretário da Agricultura e do Abastecimento, Valter Bianchini, os resultados dos trabalhos do Iapar sobre zoneamento agrícola que já está em vigor para o amendoim e para o girassol.

Além de Bianchini e Pichetti, participaram do evento, o diretor de Engenharia da Copel, Luiz Antonio Rossafa; o diretor do Tecpar Bill Jorge Costa e o gerente de Desenvolvimento Rural Sustentável do Banco do Brasil, Antonio Magron.

As duas maiores plantas industriais previstas no Paraná são da Petrobrás, no município de Palmeira, e da Agrenco, em Marialva. Outras empresas de menor porte, como Biolics, Biopar e Big Franco deverão se instalar no município de Rolândia.

A fase mais importante para a introdução de novas alternativas de plantio e de renda é o zoneamento agrícola, porque reduz as perdas da cultura em decorrência de problemas climáticos, disse Bianchini. A partir desses trabalhos a Secretaria e a Emater começam a trabalhar com a organização dos agricultores para a produção de oleaginosas com alto teor de óleo para produção do biodiesel. “Estamos semeando uma base sólida e importante para compatibilizar a produção de biocombustível que não seja competitiva com a segurança alimentar”, frisou.

“O desafio é compatibilizar a produção de oleaginosas para a produção de biodiesel sem competir com a produção de alimentos”, disse Bianchini. O secretário destacou a importância da substituição de fontes energéticas, que pode indicar o caminho para a agricultura ser menos dependente de energias não renováveis.

Para o diretor da Copel, Luiz Antonio Rossafa, o trabalho apresentado pelo Iapar é fundamental para orientar a produção e não levar nenhum produtor ou investidor a uma aventura desastrosa. Magron, do BB, destacou que o zoneamento agrícola para novas oleaginosas viabiliza o acesso ao crédito agrícola e do Pronaf para os pequenos agricultores.

Segundo o diretor técnico do Iapar, Arnaldo Colozzi, as culturas que estão em estudo no Paraná para produção de biodiesel são o amendoim, girassol, nabo forrageiro, colza, mamona e tungue. O girassol e o amendoim já estão com o zoneamento agrícola aprovado e a mamona, em fase de aprovação. Para Colozzi, o ideal é disseminar o cultivo dessas oleaginosas em áreas menos nobres, com dificuldades para o plantio de culturas alimentares. O objetivo da pesquisa é proporcionar opções de cultivo de oleaginosas o ano inteiro.

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