Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 71,98 / kg
Soja - Indicador PRR$ 123,24 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 130,20 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,21 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,76 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,68 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,65 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,80 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 182,51 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 200,46 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 207,25 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 223,39 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 173,72 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 201,21 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,03 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,07 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.219,92 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.093,06 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 222,89 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 196,13 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 187,56 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 197,23 / cx

CPI lança medidas para regular valor dos insumos agrícolas no RS

A crise política no governo estadual afetou o andamento dos trabalhos da sessão.

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Redação (17/06/2008)- A maior regulação do mercado de insumos agrícolas no Brasil desponta como proposta consensual entre segmentos ligados aos produtores do setor para combater a alta de preços dos produtos registrada nos últimos meses.

A medida poderá figurar, ao lado de redução de tributação e investimento em pesquisas para extração de matérias-primas no País por estatais como Petrobras, entre as que serão recomendadas pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Adubo e Insumos Agrícolas.

A avaliação foi feita pelo presidente da comissão, deputado estadual Edson Brum (PMDB). A crise política no governo estadual afetou o andamento dos trabalhos da sessão. No mesmo horário da CPI, ocorria reunião com o gabinete de transição do governo de Yeda Crusius. Sem quórum mínimo – sete dos 12 integrantes, os cinco parlamentares presentes não puderam votar requerimentos para convocação de representantes do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), ligado ao Ministério da Justiça, e da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO).

Dirigentes de cooperativas e agroindústrias ouvidos pela CPI apontam que a alta dos insumos, calculada em mais de 120% entre maio de 2007 e junho deste ano, poderá provocar queda na produtividade das safras de inverno e do verão 2008/2009. Seria o primeiro efeito indesejado do impacto da alta.

"Isso será sentido pelos produtores que usam mais tecnologia. Eles terão de reduzir o uso de fertilizantes e isso afetará diretamente o desempenho das lavouras", lamentou o presidente da Federação das Cooperativas Agropecuárias do Estado (Fecoagro), Rui Polidoro. Em alguns fertilizantes, a alta é de mais de 300% nos últimos três anos.

Também prestaram depoimento o vice-presidente da Organização das Cooperativas do Rio Grande do Sul (Ocergs), Irno Pretto, o presidente da Associação dos Produtores de Milho do Estado (Apromilho), Cláudio Luiz de Jesus, o presidente da Associação de Criadores de Suínos do Rio Grande do Sul (Acsurs), Valdecir Luiz Folador, e o secretário-executivo da Associação Gaúcha de Avicultura (Asgav), José Eduardo dos Santos.

Pretto lembrou que a recuperação de preços vivida por diversos grãos em 2008 foi "assaltada" pela alta dos insumos. O vice-presidente da Ocergs opinou que a situação ameaça a capitalização de produtores e defendeu medidas como uso de estoques reguladores, controle de preço e definição de parâmetro de preço entre produto e insumos para manter equilíbrio. O setor cooperativo responde por cerca de 40% da produção gaúcha de grãos.

Com as exportações em alta, o setor de aves teme o impacto da alta dos grãos, que podem sofrer repasses do maior custo para produzir. O milho, por exemplo, representa 70% da alimentação. "O quilo hoje do frango vivo em R$ 1,80 está levemente acima do custo de R$ 1,75 de produção", compara Santos. O segmento, que registra alta nas vendas externas, cobra liberação de importação de grãos transgênicos e isenção de impostos estaduais para garantir competitividade ante novas altas de insumos.

O presidente da Acsurs afirmou que a atividade enfrenta elevação de 37% no custo da alimentação, também baseada no milho (70% da reação). O aumento de preços do fosfato, usado na formulação da dieta animal, chega a 130% desde fevereiro deste ano e assusta os produtores.

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