Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 64,34 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,34 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 153,40 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,38 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,93 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 6,00 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,96 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 135,42 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 136,83 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 148,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,18 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 127,53 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 139,67 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,49 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,50 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.563,34 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.475,23 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 153,99 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 130,28 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 140,00 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 150,47 / cx
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Famato vai à Bolívia mostrar experiências de combate a ferrugem da soja

A visita é uma continuação de encontros anteriores proporcionados pela Fundação de Apoio à Pesquisa da Região de Santa Cruz de La Sierra (Fundacruz).

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Redação (25/06/2008)- Com o objetivo de mostrar as experiências mato-grossenses no combate à ferrugem asiática, a Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato) e a Associação dos Produtores de Soja (Aprosoja) estão na Bolívia participando de uma série de reuniões sobre o assunto. A visita à Bolívia, é uma continuação de encontros anteriores proporcionados pela Fundação de Apoio à Pesquisa da Região de Santa Cruz de La Sierra (Fundacruz). O diretor-secretário da Famato, Valdir Correa, o gerente técnico da associação, Neri Ribas, e o consultor José Tadashi Yorinoli, participam de visitas em campo, palestras e reuniões em várias propriedades localizadas nas principais regiões produtoras de soja do país vizinho. O evento, que começou nesta quarta-feira (25.06), segue até sexta.

Segundo o diretor-secretário da federação, as condições climáticas da Bolívia propiciam uma cultura da soja ininterruptamente e esta prática prejudica a safra e o bolso do produtor já que, o sistema aumenta os custos da produção. “Para que possamos combater as pragas que afetam as oleaginosas, precisa-se fazer o vazio sanitário. E os produtores bolivianos não fazem isso”, destacou. De acordo com Nery Ribas, a equipe da Aprosoja irá avaliar a ocorrência, incidência e severidade da doença, que tem contribuído para proliferação da praga. “Isto tem gerando alto custo de produção e baixa produtividade, comprometendo sobremaneira, a produção da Bolívia com possibilidades de conseqüências para Mato Grosso”, explica Ribas.

Segundo especialistas, em visita realizada ano passado, foi detectada a possibilidade da ferrugem da soja incidente na Bolívia, ser transportada pelo vento, atingindo as propriedades rurais de Mato Grosso. Mediante a este fato, os consultores explicam que a orientação que será dada aos produtores da Bolívia será adoção do vazio sanitário, implementar o monitoramento das áreas produtoras de soja e realizar treinamentos com os agrônomos que atuam na região.

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