Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 64,34 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,34 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 153,40 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,38 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,93 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 6,00 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,96 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 135,42 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 136,83 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 148,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,18 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 127,53 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 139,67 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,49 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,50 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.563,34 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.475,23 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 153,99 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 130,28 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 140,00 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 150,47 / cx
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Alimento seguro

Autoridade Européia para a Segurança Alimentar reafirma segurança de milho transgênico.

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Redação (29/07/2008)- A Grécia e a Hungria, em casos distintos, transmitiram à Comissão Européia (CE) sua decisão de proibir provisoriamente o cultivo do milho geneticamente modificado MON810, já autorizado. A proibição baseia-se em uma cláusula de salvaguarda existente no artigo 23 º da Diretiva Comunitária, relativa à liberação de OGMs no meio ambiente (2001/18/CE). Como conseqüência, a CE solicitou à Autoridade Européia para a Segurança Alimentar (EFSA, na sigla em inglês) um Painel Científico sobre Organismos Geneticamente Modificados para determinar se há quaisquer evidências de efeitos adversos à saúde humana ou ambiental que implique a comercialização das sementes do milho GM.

O Painel OGM, tendo considerado todas as publicações e informações fornecidas pelas autoridades gregas e húngaras, concluiu que não foram apresentadas novas provas científicas que possam invalidar as avaliações anteriores. A EFSA ainda disse que as provas científicas atualmente disponíveis não sustentam os argumentos apresentados pela Grécia e da Hungria.

Para mais informações, leia
http://www.efsa.europa.eu/EFSA/Scientific_Opinion/gmo_op_ej757_greek_safeguard_clause_on_mon810_maize_en,0.pdf

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