Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 64,24 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 149,18 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 155,55 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 10,33 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,92 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↓ R$ 6,00 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 6,01 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 129,09 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 129,77 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 142,23 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 140,41 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 121,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 132,98 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,27 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,29 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.563,58 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.503,06 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,33 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 128,04 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 138,21 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 150,17 / cx
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Práticas de bem-estar animal são discutidas em Bruxelas

Estiveram na pauta temas como abate, instalações, transporte, comercialização de animais e aspectos relacionados às questões alimentares.

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Redação (26/01/2009)- Os avanços na implantação de métodos que resultem em bem-estar animal nas cadeias de aves, suínos, bovinos e outros animais de produção foram discutidos, nos dias 19, 20 e 21 de janeiro, durante a Conferência Global de Bem-Estar Animal, na cidade de Bruxelas. Estiveram na pauta temas como abate, instalações, transporte, comercialização de animais e aspectos relacionados às questões alimentares.

Entre as regras que determinam o transporte para o abate está identificar o tipo de gaiola que será utilizada para não causar danos aos animais, treinar e cadastrar os motoristas, por meio de órgãos do governo e monitorar os veículos durante todo o trajeto por meio de GPS. Além disso, o embarque e desembarque dos animais deverão ser feitos por profissionais capacitados e em estruturas físicas adequadas.

De acordo com o secretário de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo, Márcio Portocarrero, é necessário o Brasil estabelecer os parâmetros adequados às  condições de distâncias e de clima, uma vez que os padrões europeus foram criados para condições de climas adversos e pequenas distâncias. “Em 2008, o Brasil exportou mais de 400 mil bovinos vivos para o Líbano e Venezuela e constatamos que as estruturas utilizadas para reter os animais antes do embarque estavam de acordo com os critérios de bem-estar animal. A adequação dos navios passa a ser um desafio mundial, uma vez que existe transporte de animais vivos entre todos os continentes”, ressaltou.

Portocarrero disse, ainda, que a questão de bem-estar animal ainda não está inserida na pauta da Organização Mundial do Comércio (OMC) e que, enquanto o tema não constar, a OMC não pode tratá-lo em litígios no âmbito do comércio internacional. “A posição do Brasil é que as preocupações com bem-estar animal não podem servir a fins protecionistas e estamos dispostos a implementar normas e procedimentos em conjunto com o setor privado”, explicou.

O evento reuniu 55 países, com mais de 400 pessoas, entre representantes de governos, setor privado, universidades, instituições de pesquisa e organizações não-governamentais ligadas ao tema.

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