Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,77 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,82 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,55 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,88 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,08 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,54 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,78 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,79 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,76 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,76 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.489,65 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.358,79 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 151,17 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,05 / cx
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Novos protestos na Argentina

O relacionamento entre os dirigentes rurais e o governo está complicado desde que entraram em choque por causa de um imposto sobre as exportações.

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Redação (05/02/2009)- Os produtores rurais argentinos, em conflito com o governo desde o ano passado devido à política para o setor, poderão realizar neste mês um novo protesto para pedir apoio frente a uma forte estiagem que está destruindo as lavouras e matando o gado.

O relacionamento entre os dirigentes rurais e o governo está complicado desde que entraram em choque por causa de um imposto sobre as exportações. Por enquanto, no entanto, o campo não voltou a realizar protestos da mesma magnitude que no ano passado, que incluíram paralisações e bloqueios de estradas.

Mas os danos provocados pela seca preocupam muitos produtores, que consideram a ajuda anunciada pelo governo – principalmente através de benefícios fiscais – insuficiente e pedem a suspensão dos impostos sobre a exportação."O mal-estar é crescente e as soluções demoram demais para aparecer. Isso desencadeia um iminente protesto agrário", garantiu ontem Ulises Forte, vice-presidente da Federação Agrária Argentina, uma das quatro associações rurais em confronto com o governo.

As entidades agropecuárias ainda devem decidir em assembléias a forma e a data dos protestos, e não descartam voltar a realizar paralisações comerciais. "Não seria de se surpreender se na segunda quinzena de fevereiro começarmos com alguma medida de força", disse Forte à Reuters.

No ano passado, a disputa entre produtores rurais e o governo paralisou as exportações de grãos e afetou a atividade econômica local. O conflito se iniciou por uma iniciativa da presidente Cristina Kirchner de elevar o imposto sobre as exportações de soja.

     


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