Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 64,30 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 146,18 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 152,13 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,38 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,93 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 6,01 / kg
Suíno - Estadual SC ↓ R$ 5,95 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 134,59 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 136,83 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 148,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,18 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 127,27 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 139,67 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,49 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,50 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.560,04 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.473,40 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 153,99 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 128,04 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 140,00 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 150,47 / cx
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Novos protestos na Argentina

O relacionamento entre os dirigentes rurais e o governo está complicado desde que entraram em choque por causa de um imposto sobre as exportações.

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Redação (05/02/2009)- Os produtores rurais argentinos, em conflito com o governo desde o ano passado devido à política para o setor, poderão realizar neste mês um novo protesto para pedir apoio frente a uma forte estiagem que está destruindo as lavouras e matando o gado.

O relacionamento entre os dirigentes rurais e o governo está complicado desde que entraram em choque por causa de um imposto sobre as exportações. Por enquanto, no entanto, o campo não voltou a realizar protestos da mesma magnitude que no ano passado, que incluíram paralisações e bloqueios de estradas.

Mas os danos provocados pela seca preocupam muitos produtores, que consideram a ajuda anunciada pelo governo – principalmente através de benefícios fiscais – insuficiente e pedem a suspensão dos impostos sobre a exportação."O mal-estar é crescente e as soluções demoram demais para aparecer. Isso desencadeia um iminente protesto agrário", garantiu ontem Ulises Forte, vice-presidente da Federação Agrária Argentina, uma das quatro associações rurais em confronto com o governo.

As entidades agropecuárias ainda devem decidir em assembléias a forma e a data dos protestos, e não descartam voltar a realizar paralisações comerciais. "Não seria de se surpreender se na segunda quinzena de fevereiro começarmos com alguma medida de força", disse Forte à Reuters.

No ano passado, a disputa entre produtores rurais e o governo paralisou as exportações de grãos e afetou a atividade econômica local. O conflito se iniciou por uma iniciativa da presidente Cristina Kirchner de elevar o imposto sobre as exportações de soja.

     


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