Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 69,28 / kg
Soja - Indicador PRR$ 119,94 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 126,17 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,08 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,85 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,77 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,60 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,52 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,67 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 158,55 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 166,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 174,45 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 183,29 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 149,18 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 167,73 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,26 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.173,45 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.086,74 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 175,87 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 157,65 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 158,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 168,54 / cx
Economia

Indústria cresce 3,4%

Produção industrial cresce pelo sexto mês consecutivo e encerra o segundo trimestre com expansão de 3,4% sobre os três primeiros meses do ano.

Compartilhar essa notícia

A produção industrial cresceu pelo sexto mês consecutivo e encerrou junho com incremento de 0,2% em relação a maio, feitos os ajustes sazonais. Com esse resultado, a indústria encerrou o segundo trimestre com expansão de 3,4% sobre os três primeiros meses do ano, de acordo com dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Das quatro categorias analisadas, três apresentaram crescimento em junho. A maior expansão ocorreu no grupo de bens de capital, de 2,1%, o que foi apontado por economistas como um sinal de recuperação do investimento. No trimestre, a categoria acumulou aumento de 5,5%.

Os grupos de bens intermediários e bens de consumo duráveis também apresentaram resultado acima da média no segundo trimestre, com variação positiva de 7,8% e 65,5%, respectivamente. Em junho, a produção de bens intermediários aumentou 0,7%, e a de bens de consumo duráveis, 0,4%. Dos 27 setores avaliados pelo IBGE, 13 apresentaram avanço.

As maiores taxas foram verificadas na indústria extrativa (5,3%), em veículos automotores (2,6%), outros produtos químicos (2,9%) e na metalurgia básica (2%).
“Existe uma tendência de recuperação lenta, mas sustentável, com melhora também em bens de capital, que é o último setor a reagir no pós-crise”, observou o economista do Santander, Cristiano Souza. Ele observou que a expansão do emprego formal ocorreu com salários menores, o que contribuiu para a desaceleração na renda e na demanda. E considerou ainda que as medidas fiscais para estimular as vendas de automóveis, materiais de construção e linha branca tiveram seu peso diluído com a prorrogação dos prazos.

Souza citou ainda o Índice Gerentes de Compras (PMI) do banco, que apontou estabilidade em julho ante o mês anterior. O índice ficou em 48 pontos em julho, contra 48,1 pontos em junho. O indicador de produção ficou em 49,8 pontos, ante 50,2 pontos em junho. O resultado foi associado a uma desaceleração lenta na demanda interna e a uma melhora mínima nos pedidos de exportação. Para o ano, o Santander projeta queda de 7% na produção industrial brasileira, com expansão mais significativa a partir de agosto.

O estrategista-chefe do BNP Paribas, Alexandre Lintz, projeta expansão de 3% a 3,5% na produção industrial do terceiro trimestre, em comparação com o segundo. “Diferente do que ocorre nos países da Ásia, não tempos poupança interna, então fica mais difícil aquecer a economia. A recuperação tende a ser mais lenta que nos países asiáticos, determinada pela fraqueza da demanda externa e por uma demanda interna que vai continuar perdendo força”, afirmou Lintz, que projeta recuperação da indústria nos próximos meses, mas insuficiente para reverter uma queda no ano de 9,5%.

Surpreendeu negativamente os economistas o desempenho da categoria bens de consumo semiduráveis e não duráveis. O grupo foi o único a apresentar queda em junho, de 2,6% em relação a maio. As principais pressões negativas vieram de alimentos (5,4%), da indústria farmacêutica (4,9%) e de outros equipamentos de transportes (4,4%). Com tal desempenho, a produção no segundo trimestre cresceu abaixo da média, ficando em 3,3%. Para a analista da Tendências Consultoria Integrada, Ariadne Vitoriano, a queda foi resultado do enfraquecimento da massa salarial e também um ajuste do consumo em função da expansão dos bens duráveis, que em junho cresceram 0,4%. “Enquanto não há uma expansão mais forte da demanda interna, o crescimento da indústria continuará limitado”, afirmou a analista. A Tendências prevê para o ano queda de 8,7% na produção industrial.

Para a economista-chefe da Rosenberg & Associados, Thaís Marzola Zara, o resultado de junho foi dentro das expectativas, com ajuste na produção de não duráveis. “O setor vinha crescendo muito e houve um redirecionamento do consumo para duráveis, sobretudo veículos”, afirmou. Ela projeta para o segundo semestre recuperação lenta e, para o ano, queda de 6% a 6,5% na produção total. De janeiro a junho, a produção caiu 13,4% em relação a 2008, a maior da série do IBGE iniciada em 1975. (CB)

Assuntos Relacionados
economiaIBGEpib
Mais lidas
Cotação
Fonte CEPEA
  • Milho - Indicador
    Campinas (SP)
    R$ 69,28
    kg
  • Soja - Indicador
    PR
    R$ 119,94
    kg
  • Soja - Indicador
    Porto de Paranaguá (PR)
    R$ 126,17
    kg
  • Suíno Carcaça - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 10,08
    kg
  • Suíno - Estadual
    SP
    R$ 6,85
    kg
  • Suíno - Estadual
    MG
    R$ 6,77
    kg
  • Suíno - Estadual
    PR
    R$ 6,60
    kg
  • Suíno - Estadual
    SC
    R$ 6,52
    kg
  • Suíno - Estadual
    RS
    R$ 6,67
    kg
  • Ovo Branco - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 158,55
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Branco
    R$ 166,43
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 174,45
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Vermelho
    R$ 183,29
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Bastos (SP)
    R$ 149,18
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Bastos (SP)
    R$ 167,73
    cx
  • Frango - Indicador
    SP
    R$ 7,26
    kg
  • Frango - Indicador
    SP
    R$ 7,31
    kg
  • Trigo Atacado - Regional
    PR
    R$ 1.173,45
    t
  • Trigo Atacado - Regional
    RS
    R$ 1.086,74
    t
  • Ovo Vermelho - Regional
    Vermelho
    R$ 175,87
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Santa Maria do Jetibá (ES)
    R$ 157,65
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Recife (PE)
    R$ 158,10
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Recife (PE)
    R$ 168,54
    cx

Relacionados

SUINOCULTURA 328
Anuário AI – Edição 1342
Anuário SI – Edição 327
SI – Edição 326
AI – 1341