Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 64,30 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 146,18 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 152,13 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,38 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,93 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 6,01 / kg
Suíno - Estadual SC ↓ R$ 5,95 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 134,59 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 136,83 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 148,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,18 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 127,27 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 139,67 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,49 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,50 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.560,04 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.473,40 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 153,99 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 128,04 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 140,00 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 150,47 / cx
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Sanidade

Reino Unido pesquisa evolução de bactéria

Pesquisa britânica afirma que intoxicação alimentar pode estar ligada ao estresse das aves.

A bactéria causadora da intoxicação alimentar pode ser detectada em aves selecionadas, conclui a pesquisa da Universidade de Bristol com apoio da indústria avícola do Reino Unido.

Liderada pelo professor Tom Humphrey, do departamento veterinário da universidade, a pequisa analisou o desenvolvimento da bactéria Campylobacter em frangos. Os casos de intoxicação alimentar por essa bactéria chega à 400.000 por ano na Inglaterra.

Aves mal cozidas são a principal causa da contaminação. Os estudos foram realizados em condições que não podem comprometer o ambiente de produção.

Pesquisas em muitos países demonstram que, após o transporte, o número de bactérias campylobacter se eleva, principalmnete no intestino dos animais. O trabalho de Bristol demonstrou que essa informação pode estar associada à liberação de hormônios que causam estresse. Esse hormônio dá à bactéria a chance de crescer mais rapidamente, tornando-a móvel e invasiva, aumentando sua capacidade de causar a virulência.

Uma outra conclusão da pesquisa prova que a bactéria pode interagir com outros organismos presentes no intestino nos animais. Os resultados desse estudo fornecem informações que podem permitir o controle da infecção no ambiente de trabalho, tornando-o mais seguro e diminuindo os casos de intoxicação.

A indústria avícola britânica está trabalhando para controlar a campylobacter. Esses esforços, apoiados pelos cientistas britânicos, auxiliarão a indústria e colaborarão com a produção industrial”, afirma Humphrey.

* Com informações do World Poultry

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