Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 65,59 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 147,98 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,15 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,99 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,63 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,95 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,89 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,82 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,75 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 143,61 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 152,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 159,48 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,32 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 145,00 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,39 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,41 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.561,58 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.472,69 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 157,24 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,70 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 144,93 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 154,91 / cx
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Nova vacina contra Campylobacter para aves

O novo produto em desenvolvimento na Universidade do Arizona oferece uma abordagem única no controle da infecção por Campylobacter jejuni em frangos.

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Redação (08/10/2008)- A Universidade americana do Arizona está desenvolvendo uma nova vacina que deve ofercer uma abordagem única no controle da infecção por Campylobacter jejuni em frangos. Experiências têm demonstrado que a vacina reduziu significativamente a capacidade do patógeno em atingir o intestinos dos frangos mais novos, onde a infecção começa. O objetivo é o de travar a contaminação antes da bactéria se espalhar e manter-se viva nos frangos crus vendidos no varejo.

"As aves servem apenas de transmissoras da doenças, mas elas não apresentam os sintomas", afirmou a professora do Departamento de Ciência e Estudos Veterinários Lynn Joens, que tem estudado a infecção por Campylobacter há 4 anos. O grupo de pesquisadores da universidade foi o primeiro a descobrir a aderência protéica, que é produzida quando o Campylobacter jejuni coloniza determinadas superfícies, como o intestino e pele de galinha. A partir daí, começaram o estudo para agirem diretamente contra esta aderência. Eles têm uma patente pendente nos EUA e UE.

"Se tudo der certo, teremos uma vacina comercial entre 3-5 anos", concluiu Joens.

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