Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 71,98 / kg
Soja - Indicador PRR$ 123,24 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 130,20 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,21 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,76 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,68 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,65 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,80 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 182,51 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 200,46 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 207,25 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 223,39 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 173,72 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 201,21 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,03 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,07 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.219,92 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.093,06 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 222,89 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 196,13 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 187,56 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 197,23 / cx

Mapa quer liberar MT para exportar para UE

Mato Grosso está reconhecido pela Organização Mundial para a Saúde Animal (OIE) como área livre de febre aftosa com vacinação, mas a metade do seu território.

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Redação (21/07/2008)- O secretário de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Inácio Kroetz, afirmou ao Diário que o governo federal está empenhado na liberação de todo o estado de Mato Grosso para exportar carne in natura à União Européia (UE). Mato Grosso está reconhecido pela Organização Mundial para a Saúde Animal (OIE) como área livre de febre aftosa com vacinação, mas a metade do seu território – compreendendo um rebanho de aproximadamente 13 milhões de cabeças – ainda não está habilitada a colocar seu produto no mercado europeu.

“Não há justificativa para este impedimento. Para o governo brasileiro e a OIE, todas as regiões de Mato Grosso têm condições de exportar carne para a Europa, já que a condição sanitária é a mesma em todo Estado. Por isso vamos reforçar o nosso pleito à UE”, afirmou Kroetz. O maior rebanho bovino do País está no território mato-grossense: 26 milhões de cabeças.

A liberação inclui as regiões do Pantanal e Norte de Mato Grosso, as mais afetadas pelo isolamento e detentora de grandes rebanhos. Kroetz lembrou que a liberação da área total de Mato Grosso depende inicialmente do reconhecimento de Mato Grosso do Sul junto à OIE, estado vizinho que registrou focos de febre aftosa em 2005. “Eles [os europeus] agem com muito critério. Primeiramente vão querer que a área seja reconhecida como livre da aftosa com vacinação. Em seguida eles poderão agendar uma visita a Mato Grosso e Mato Grosso do Sul para avaliar a situação dos rebanhos e as medidas sanitárias de controle à febre aftosa. A partir daí poderemos ter a liberação de novas áreas exportadoras aos europeus”, explicou o secretário.

Atualmente, Mato Grosso do Sul não está reconhecido pela OIE como área livre da aftosa, mesmo com vacinação. (Veja quadro ao lado)

Kroetz informou que o Ministério da Agricultura vai pleitear também a inclusão de Mato Grosso do Sul ao mercado europeu. “Ao governo federal interessa que a UE visite o Brasil e constate que outras áreas impedidas façam parte do acesso a este importante mercado”, enfatizou.

O Mapa já entregou documento solicitando o restabelecimento das exportações de carne ao bloco europeu dos estados de Mato Grosso do Sul e Minas Gerais.

“Após o reconhecimento da OIE para Mato Grosso do Sul, vamos trabalhar forte junto à União Européia para que o bloco libere todo Mato Grosso e não apenas parte de seu território. A abertura total vai dar mais tranqüilidade quanto ao controle de trânsito para aquele mercado. Uma vez todo habilitado, ficará mais fácil o controle de trânsito”, observou Kroetz.

Na avaliação do secretário do Mapa, a expansão das áreas de Mato Grosso ficará “vinculada estritamente a uma avaliação técnica da missão européia”.

Para ele, todas as regiões de Mato Grosso já fazem por merecer o acesso ao bloco europeu. “Mato Grosso vem desenvolvendo um ótimo trabalho de controle sanitário, prova disso é que mesmo sendo vizinho de Mato Grosso do Sul – que teve problema com a febre aftosa em 2005 – e tendo parte do seu território na fronteira com a Bolívia, não enfrentou problemas. Isso é confiança no trabalho desenvolvido e mostra que o Estado está no caminho certo”, ressaltou Kroezt.

ERRADICAÇÃO – O secretário de Defesa Agropecuária do Mapa confirmou também a meta do governo federal em erradicar a febre aftosa do rebanho bovino até 2010. “Nesse ano queremos também pleitear o reconhecimento de país livre de febre aftosa. Isso não implicará, entretanto, que iremos suspender a vacinação em todo o país. Os estados que estiverem nesta condição poderão ficar sem a vacinação, porém a vacinação continuará sendo necessária nas áreas de risco até à extirpação total do vírus no continente”, esclareceu.

IMPACTO – No ano passado, a defasagem – momento em que a arroba não estava tão valorizada como agora – foi estimada entre R$ 2 a R$ 3 por arroba para a região não credenciada a exportar carne in natura para o mercado europeu. Somente no norte mato-grossense, a imposição da União Européia (UE), causou um prejuízo anual estimado até o ano passado de R$ 77 milhões.

Em maio, Mato Grosso e mais dez estados brasileiros recuperaram o status sanitário de livres da febre aftosa com vacinação. A reabilitação foi anunciada pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE).

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