Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,19 / kg
Soja - Indicador PR R$ 153,81 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,73 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,52 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,78 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,79 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,74 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,74 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.473,16 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.358,79 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 151,17 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,05 / cx
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Credibilidade a SC

O mercado chileno é pequeno, mas representa o primeiro reconhecimento da comunidade internacional para a excepcional condição de área livre de aftosa sem vacinação reconhecida pela OIE.

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Redação (04/07/2008)- A abertura do mercado chileno para a carne catarinense tem efeito mais institucional do que propriamente econômico: o Chile é um mercado pequeno, mas representa o primeiro reconhecimento da comunidade internacional para a excepcional condição de área livre de aftosa sem vacinação reconhecida pela Organização Internacional de Saúde Animal. A avaliação é do economista e diretor da Coopercentral Aurora, Luiz Hilton Temp.

O Brasil exporta para o Chile pouco mais de 80 toneladas de carne de frango por mês. Cerca de 99% desse mix é formado por produtos industrializados, com pequena e esporádica participação de inteiros, cortes e salgados. Em razão da forte presença de produtos processados, os preços praticados nessas exportações são 86% acima da média.

Os preços permaneceram estáveis em 2006 e 2007, mas em 2008, registram incremento médio de 5% ao mês. Praticamente inexistiram exportações brasileiras de carne suína ao Chile: apenas uma tonelada em janeiro e duas toneladas em agosto, ambas em 2006. “Não há perspectiva de grandes negócios na área de carnes suínas”, admite Temp, mas a abertura é importante do ponto de vista da credibilidade internacional. O Chile tem acordos bilaterais com México e Japão cujos padrões de exigência são conhecidos pelo rigor e pela inflexibilidade de suas exigências.

O Brasil aguardava-se a liberação das exportações para o Chile provenientes de Santa Catarina desde a obtenção do certificado de livre de febre aftosa sem vacinação, em maio de 2007, junto à Organização Internacional de Saúde Animal (OIE). Somente em dezembro de 2007, o Chile reconheceu o status de Santa Catarina, mas aguarda-se a habilitação individual das fábricas, o que está prestes a ocorrer.

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