A rentabilidade dos produtores de soja de Mato Grosso para a safra 2007/2008 dever ser de zero a três sacas por hectare.
Rentabilidade de sojicultor mato-grossense tende a zero
Redação (18/07/07) – “Existe uma tendência de empate entre despesa e receita”, ressalta o presidente do Instituto de Desenvolvimento Empresarial do Agronegócio (Igeagro), João Carlos Vianna. A constatação foi feita durante o Circuito Aprosoja 2007/2008 que percorreu 17 municípios do interior do estado em duas semanas.
Durante o Circuito, foram feitas simulações dos custos em três cenários distintos e reais. No cenário mais favorável, a lucratividade pode chegar a 10 sacas por hectare. Em condições mais adversas, o produtor terá prejuízo. No quadro mediando de lucratividade e negociação, foi contatado o empate.
Segundo o especialista, as situações mais favoráveis se devem à altas taxas de produtividade, poder de barganha no momento da compra e da venda e crédito. “Os produtores que têm maior poder de negociação seja por volume de compra e venda ou por formação de pools terão lucratividade maior. O acesso a crédito de baixo custo também se mostrou um fator positivo”, explicou Vianna.
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Cerca de 1000 produtores participaram do Circuito Aprosoja 2007/2008. Eles tiveram a oportunidade de conversar sobre as ações da entidade com o gerente técnico, Luiz Nery Ribas. O tema leilões de soja foi discutido com o operador de mercado do CentroGrãos da Famato, Carlos Miranda. Os consultores de mercado da AgRural, Seneri Paludo e Eduardo Godoi mostraram as perspectivas e estratégias de mercado.























