Os presidentes dos Estados Unidos, George W. Bush, e do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, defendem que o problema das mudanças climáticas deve ser enfrentado levando em conta o crescimento econômico, informou o Palácio do Planalto.
Bush e Lula querem aliar solução para o clima ao crescimento
Redação (11/05/07) – Em telefonema para Lula na quinta-feira, Bush disse que ”deseja assumir a liderança num enfoque internacional” sobre o problema do clima, a partir da reunião do G-8 (países mais ricos) em junho, na Alemanha.
O presidente dos Estados Unidos destacou que (na questão do clima) ”deve-se levar em conta os aspectos do crescimento econômico e da segurança energética”, disse o porta-voz do Planalto, Marcelo Baumbach.
Já o presidente Lula, respondeu que ”não pode aceitar qualquer política que não leve em conta as questões do desenvolvimento, do avanço tecnológico e da geração de empregos”, acrescentou.
Leia também no Agrimídia:
- •Conflito no Oriente Médio coloca em alerta exportações de frango do Brasil
- •Preços dos ovos sobem até 15% e demanda aquecida sustenta altas no mercado
- •Crescimento do agro, expansão das cooperativas e oscilações de mercado marcam cenário recente do setor
- •Vigilância sanitária intensifica monitoramento após foco de influenza aviária em aves silvestres no RS
No telefonema, Bush tratou também da Rodada de Doha de liberalizacão do comércio mundial, tema que também será tratado na reunião do G-8. ”O presidente dos Estados Unidos destacou a necessidade de que sejam apresentadas propostas ambiciosas nas áreas de agricultura e manufaturados”, disse o porta-voz brasileiro.
Lula recordou que, antes da reunião na Alemanha, discutirá a rodada de Doha durante visita à Índia. Brasil e Índia fazem parte do G-20, o grupo de países em desenvolvimento que defende a abertura comercial e a redução dos subsídios agrícolas por parte da Europa e dos Estados Unidos. ”O presidente Lula considera de extrema importância que os ministros (representantes) norte-americano e brasileiro sejam porta-vozes de propostas ambiciosas”, completou Baumbach.





















