Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 64,73 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 151,89 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 157,42 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 10,23 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,90 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↓ R$ 5,86 / kg
Suíno - Estadual SC ↓ R$ 5,99 / kg
Suíno - Estadual RS ↓ R$ 5,91 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 129,18 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 129,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 142,29 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 139,61 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 121,02 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 132,81 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,24 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,26 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.571,30 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.500,74 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 153,87 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 127,79 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 136,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 150,17 / cx
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Solução no agronegócio

Agronegócio também pode dar sua contribuição contra o Aquecimento Global. Análise sobre o tema é feita por Nelson Grzybowski, pesquisador e consultor da Orbe Brasilis.

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Da Redação (12/04/07) – Todos os dias recebemos informações sobre a importância do controle de poluentes para se evitar o aquecimento global e suas graves conseqüências. O agronegócio pode dar uma grande contribuição na luta pela preservação meio-ambiental. Com as adequações meio-ambientais, setores como a suinocultura e a avicultura ainda podem lucrar para auxiliar nesta questão. Além de ambos, setores de tratamento de lixo, tratamento da casca do arroz e reflorestamento estão aptos a negociar os Créditos de Carbono.

Segundo especialistas, este é um mercado que ‘veio para ficar’. Ele está atendendo a uma forte demanda, não apenas internamente, mas uma demanda internacional pela redução de emissão de gases poluentes, os chamados Gases de Efeito Estufa.

Segundo explica o pesquisador e consultor da Orbe Brasilis, Nelson Grzybowski, os países que negociam os Créditos de Carbono são aqueles que precisam reduzir a emissão de Gases. “Segundo o acordo assinado pelo Protocolo de Kyoto, há um limite estabelecido para reduções, e aqueles que não atingiram a meta internamente, buscam em outros países a redução”, disse.

Crédito de Carbono – De acordo com Grzybowski, as diferentes empresas que atuam neste segmento precisam solicitar às empresas certificadoras credenciadas pela ONU para atestar o trabalho desenvolvido. “Somente com a certificação o projeto é encaminhado à ONU para validação do projeto e entrada no mercado de Crédito de Carbono”, disse.

As vantagens são inúmeras, como aponta o pesquisador, a começar pela adequação às atuais legislações ambientais, que são cada vez mais rigorosas junto aos produtores. “E também, com a possibilidade de tornar a atividade mais rentável, com a venda dos Créditos de Carbono”, explicou. ”Mas a principal delas, e a mais importante, sem dúvida, é a diminuição geral da poluição. Este fator é preponderante, pois, acima de tudo, está o bem à sociedade em geral, pois entendemos que é de responsabilidade de todos a preservação meio-ambiental. Isso é mais do que uma necessidade legal, é uma necessidade vital, para o futuro do planeta”, afirmou Nelson Grzybowski, pesquisador e Consultor da Orbe Brasilis.

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