A agricultura deve ser planejada, atualmente, levando em consideração as alterações impostas ao universo pelo efeito estufa e que serão agravadas nas próximas décadas.
Efeito estufa provoca mudanças na agricultura
Redação (30/03/07) – Esta foi uma das recomendações feitas pelo professor e pesquisador Luiz Cláudio Costa em palestra apresentada nesta quinta-feira (29/03), no auditório da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, em Belo Horizonte/MG.
De acordo com o conferencista, que falou sobre “A repercussão das mudanças climáticas na agricultura”, o efeito estufa é um processo físico pelo qual a presença de gases, vapor de água, dióxido de carbono, metano, óxido nitroso e ozônio na atmosfera faz com que a Terra mantenha temperatura maior do que teria, se acaso esses gases não estivessem presentes.
“O impacto do aquecimento global já pode ser sentido e exige a adoção imediata de medidas que amenizem seus efeitos na vida das pessoas e na produção rural,” enfatizou o professor, que fez sua apresentação ao lado do secretário de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais, Gilman Viana, e do secretário adjunto Paulo Romano.
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Segundo o secretário Gilman Viana, a agricultura deve procurar alternativas de aumentar a produtividade, sem causar impactos negativos ao meio ambiente. “Atualmente, a população mundial é de cerca de 6,5 bilhões de pessoas. As previsões indicam que em 2030 teremos oito bilhões de pessoas no mundo. Será preciso ter alimento para tanta gente. Hoje já existe o fenômeno da desertificação da natureza. Se a agricultura não se desenvolver, teremos bilhões de pessoas famintas”.





















