São 18 mil toneladas de milho que precisaram ser colocadas fora de um armazém em Sinop, norte de Mato Grosso. É que os oito silos estão cheios e o recebimento parado há duas semanas.
Armazéns lotados
Redação (20/07/06) – A situação é a mesma em outros municípios do Estado, como Sorriso e Lucas do Rio Verde. Em um armazém são cerca de 120 mil sacas no pátio. Dentro dos galpões ainda está a safra de verão que não foi comercializada.
São dois serviços: receber e colocar no chão para passar esse produto novamente na pré-limpeza para estar apto para fazer renda para o governo, explicou Vilson Schneider, gerente do armazém.
Os agricultores querem garantir o melhor preço. Por isso, procuram os credenciados pela Conab, Companhia Nacional de Abastecimento, para entregar a produção. Foi o que fez o produtor Gervásio, que teve uma boa produtividade e já entregou toda a colheita.
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Só armazéns credenciados pela Conab recebem o milho pelo programa de aquisições do governo, que garante R$ 11,00 por saca. Quem entregar em outro armazém vende pelo preço de mercado, em torno de R$ 5,00 a saca.





















