A produção de aves e milho na região vem atravessando grande crise, conseqüência da gripe aviária, que não afetou o país, mas já provoca queda no setor do agronegócio.
Gripe aviária afeta produção de frango e milho
Redação (03/04/06) – A doença ataca patos, gansos, perus, avestruz, frangos, galinhas, aves migratórias entre outros e pode contaminar seres humanos.
De acordo com a médica veterinária da Secretaria de Estado de Agricultura e Abastecimento (Seab)/Defesa Sanitária Animal (DDSA), regional de Guarapuava, Márcia Maria Zago, a gripe nada mais é do que uma gripe influenza, doença infecto-contagiosa, que tem o contágio através de um vírus. É uma zoonose que também pode ser transmitida para o ser humano “Já se tem medidas preventivas, porque o primeiro surto nos outros países foi em 2003. Tomamos cuidados na entrada de animais no país e produtos de origem que podem estar trazendo o vírus. Várias coisas ficaram proibidas e outras um pouco mais limitadas”.
As aves migratórias trazem grande risco, porque podem contaminar as silvestres e depois contaminam os rebanhos comerciais e o próprio ser humano, que pode ter ido até um dos países que existe a gripe. “Esses são os maiores riscos. Inclusive as aves migratórias são monitoradas e conhecidas no Brasil, todos os locais e Estados do país que elas mudam. Existem estudos e os locais onde ficam. No Paraná, procuram o Parque Nacional do Iguaçu, em Foz do Iguaçu”, explicou, destacando que, se a doença entrar no país, será um caos. “O vírus é muito infectante para a ave, mas para o ser humano nem tanto. Essa doença é de alta mortalidade nas aves”.
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