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Falta de chuva pode comprometer safra de soja no PR

Escassez hídrica, de acordo com o Departamento de Economia Rural, provocou abortamento das flores e aumento na incidência de lagartas e percevejos.

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Da Redação 29/01/2004 – 06h00 – A estiagem prolongada em algumas regiões do Paraná, principalmente Oeste e Centro-Oeste, pode comprometer a produção da soja, cuja safra 2003/2004 está estimada em 11,7 milhões de toneladas no Estado. Em algumas cidades dessas regiões, como Corbélia (24 km ao norte de Cascavel) não chove desde o início do mês. A apreensão é grande, pois é nesta época do ano que a cultura passa pela fase de floração e frutificação. A falta de umidade pode provocar a redução da produtividade.

De acordo com Vera da Rocha Zardo, engenheira agrônoma do Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria Estadual da Agricultura e Abastecimento (Seab), o clima, de uma maneira geral, beneficiou a safra, desde a semeadura até a fase de desenvolvimento vegetativo. Ela completou que as chuvas, no período, foram regulares e bem distribuídas em todo Estado.

O problema, segundo Vera, começou em janeiro, quando as condições climáticas deixaram de ser tão favoráveis para as lavouras de verão do Paraná. As chuvas tornaram-se irregulares e em várias regiões ocorreram apenas chuvas de “manga”, em pontos isolados, com sol forte e altas temperaturas durante o dia. Ela acrescentou que a escassez hídrica foi verificada em várias localidades, com maior gravidade no Oeste, no Centro-Oeste e no Norte do Estado. Porém, lavouras do Centro-Sul, Sudoeste e Noroeste também foram afetadas.

A engenheira explicou que das plantações de verão, a soja foi a cultura mais prejudicada, pois concentra, a partir de janeiro, a maior parte de suas lavouras na fase de floração. Segundo ela, o déficit hídrico provocou abortamento das flores e aumento na incidência de lagartas e percevejos. Mesmo com fortes indícios, ela prefere aguardar para estimar perdas de produção. “Em muitas lavouras, o potencial máximo não será atingido e em outras a redução na produtividade é irreversível”, adiantou Vera.

O implementador da área de grãos da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), Fernando Adegas, observou que algumas variedades da soja são mais sensíveis à falta de chuva. Nesse caso, há um menor enchimento do grão e, por consequência, uma menor produtividade. Ele lembrou que no último final de semana choveu na maior parte do Estado. Porém, várias regiões ainda permanecem sem chuvas, principalmente as de Toledo e Campo Mourão, que terão perdas consideráveis se a estiagem persistir. Dentre as regiões que tiveram os problemas amenizados com as precipitações do último final de semana estão as de Cornélio Procópio e Londrina. Os volumes registrados na região de Cornélio variaram de 33 a 305 milímetros, no caso de Santa Amélia (63 Km ao sul de Cornélio Procópio). Conforme o engenheiro agrônomo do Deral, Santo Pulcinelli Filho, as chuvas foram benéficas para todas lavouras, principalmente para a soja.

A responsável pelo escritório do Deral, em Londrina, Rosângela Zaparoli, afirmou que nos 19 municípios da região não existem problemas com a safra de soja. Ela esclareceu que as chuvas estão bem distribuídas, o que afasta os riscos de perda. Na região, foram plantados 237.720 mil hectares de soja, 5% a mais que na safra passada. A colheita prevista para março é de 713.160 mil toneladas, 9% a mais que no ano passado.

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