Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,19 / kg
Soja - Indicador PR R$ 153,81 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,73 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,52 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,78 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,79 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,74 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,74 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.473,16 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.358,79 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 151,17 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,05 / cx
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Suinocultor faz apelo em Brasília

Segundo Paulo Tramontini, presidente da ACCS, o objetivo é receber do governo federal a garantia de que haverá maior empenho nas negociações com os russos, principais compradores da carne suína catarinense.

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Redação SI 25/03/2003 – O presidente da Associação Catarinense de Criadores de Suínos (ACCS), Paulo Tramontini, participa amanhã (26), em Brasília, de reunião com o Fórum Parlamentar Catarinense, Ministério da Agricultura e Ministério do Desenvolvimento, na tentativa de buscar uma solução para o embargo da Rússia às exportações de carne suína do Estado. As vendas estão suspensas desde dezembro.

Os criadores solicitaram o encontro com representantes do governo federal por entender que a continuidade do embargo poderá causar danos irreversíveis na infra-estrutura do setor. Segundo Tramontini, o objetivo é receber do governo federal a garantia de que haverá maior empenho nas negociações com os russos, principais compradores da carne suína catarinense.

Tramontini ressaltou que as restrições feitas a SC favoreceram estados como o Rio Grande do Sul, que também vende para a Rússia. “Há quase três meses deixamos de exportar e nada foi feito. Esse embargo tem que acabar sob pena de termos centenas de produtores falidos em pouco tempo”, afirmou.

Até o aparecimento da doença Aujeszky no rebanho suíno, em 24 de dezembro de 2002, Santa Catarina mantinha boas relações com os compradores externos e era responsável por quase 70% das vendas de carne suína do país para outros países.

“Faremos um apelo para que a abertura das negociações ocorra o quanto antes. No mês que vem, a Rússia deverá limitar as cotas para os países exportadores e corremos o risco de sermos penalizados duramente”, advertiu.

Tramontini vai aproveitar o encontro para pedir também a prorrogação de um ano dos prazos de financiamentos feitos por produtores em instituições financeiras.

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