Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 64,30 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 146,18 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 152,13 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,38 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,93 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 6,01 / kg
Suíno - Estadual SC ↓ R$ 5,95 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 134,59 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 136,83 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 148,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,18 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 127,27 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 139,67 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,49 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,50 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.560,04 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.473,40 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 153,99 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 128,04 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 140,00 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 150,47 / cx
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Faeg pede cautela na venda de milho

A saca do milho nas principais regiões produtoras de Goiás bateu nos R$ 14,00 nesse início de semana e assustou os dirigentes da Faeg.

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Da Redação 24/06/2003 – A saca do milho nas principais regiões produtoras do Estado de Goiás bateu nos R$ 14,00 nesse início de semana e assustou os dirigentes da Federação da Agricultura do Estado de Goiás (Faeg). Ontem (23), a entidade encaminhou expediente a todos os sindicatos rurais filiados e recomendou ao produtor que use de máxima cautela na comercialização do produto. “O ideal é não vender o milho pelas próximas semanas, até que o mercado se defina melhor”, afirma o presidente da Faeg, Macel Caixeta.

Conforme Macel Caixeta, se o governo não anunciar com urgência medidas de apoio à comercialização, a Faeg vai recomendar oficialmente aos produtores que não plantem milho na próxima safra.

“Vender milho a R$ 14,00 a saca é contabilizar prejuízo certo”, ressalta o dirigente da entidade, para quem só produtores com elevado nível de produtividade pode pelo menos empatar com os seus custos de produção.

Para Caixeta, a melhor alternativa seria o governo entrar no mercado imediatamente, comprar o produto para formação do estoque estratégico e, assim, puxar os preços para um patamar mais aceitável.

Preocupação
O secretário da Agricultura, José Mário Schreiner, também se manifesta preocupado com a situação do mercado do milho, que além da baixa cotação, apresenta poucas alternativas de negócios.

Segundo ele, esse é o momento para que o governo anuncie alguma medida de apoio à comercialização do produto, “porque é o momento de definição do produtor em relação ao plantio da próxima safra, e se não houver estímulo ele já vai comprar insumos para soja”.

O analista de mercado da Faeg, Pedro Arantes, argumenta que não basta o governo comprar qualquer quantidade de milho, “ele precisa fazer um estoque de 3 milhões a 4 milhões de toneladas, pois, do contrário, o mercado continuará superofertado”.

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