Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,67 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 154,91 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 161,56 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,50 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,14 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,37 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,25 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,27 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 132,51 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 135,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 144,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 150,55 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 124,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,30 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.544,33 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.450,60 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 128,20 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 143,70 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 157,15 / cx
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Faeg pede cautela na venda de milho

A saca do milho nas principais regiões produtoras de Goiás bateu nos R$ 14,00 nesse início de semana e assustou os dirigentes da Faeg.

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Da Redação 24/06/2003 – A saca do milho nas principais regiões produtoras do Estado de Goiás bateu nos R$ 14,00 nesse início de semana e assustou os dirigentes da Federação da Agricultura do Estado de Goiás (Faeg). Ontem (23), a entidade encaminhou expediente a todos os sindicatos rurais filiados e recomendou ao produtor que use de máxima cautela na comercialização do produto. “O ideal é não vender o milho pelas próximas semanas, até que o mercado se defina melhor”, afirma o presidente da Faeg, Macel Caixeta.

Conforme Macel Caixeta, se o governo não anunciar com urgência medidas de apoio à comercialização, a Faeg vai recomendar oficialmente aos produtores que não plantem milho na próxima safra.

“Vender milho a R$ 14,00 a saca é contabilizar prejuízo certo”, ressalta o dirigente da entidade, para quem só produtores com elevado nível de produtividade pode pelo menos empatar com os seus custos de produção.

Para Caixeta, a melhor alternativa seria o governo entrar no mercado imediatamente, comprar o produto para formação do estoque estratégico e, assim, puxar os preços para um patamar mais aceitável.

Preocupação
O secretário da Agricultura, José Mário Schreiner, também se manifesta preocupado com a situação do mercado do milho, que além da baixa cotação, apresenta poucas alternativas de negócios.

Segundo ele, esse é o momento para que o governo anuncie alguma medida de apoio à comercialização do produto, “porque é o momento de definição do produtor em relação ao plantio da próxima safra, e se não houver estímulo ele já vai comprar insumos para soja”.

O analista de mercado da Faeg, Pedro Arantes, argumenta que não basta o governo comprar qualquer quantidade de milho, “ele precisa fazer um estoque de 3 milhões a 4 milhões de toneladas, pois, do contrário, o mercado continuará superofertado”.

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