Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 64,27 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 146,69 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 152,41 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,48 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,93 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 6,02 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,99 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 129,09 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 131,45 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 141,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 143,17 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 121,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 132,98 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,27 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,29 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.560,32 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.473,40 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,33 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 128,04 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 138,21 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 150,17 / cx
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Alerta aos exportadores

Uma nova lei dificulta ainda mais a venda de alimentos aos EUA. Saiba o que vai mudar.

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Da Redação 11/08/2003 – De acordo com a revista Isto é Dinheiro desta semana, uma lei recém-aprovada pelo Congresso dos Estados Unidos que entra em vigor em 12 de dezembro próximo cria a mais intransponível das barreiras às vendas de produtos alimentícios e farmacêuticos ao mercado americano. Batizada de Bioterrorism Act, ela obriga exportadores de todo o mundo a manter rigorosa fiscalização sobre suas mercadorias.

Uma das novas regras determina que as embalagens dos produtos devem informar a composição e a origem de todos os componentes usados para a fabricação do produto.A cartilha americana define ainda que empresários estrangeiros deverão manter em solo americano um representante legal que responda por possíveis falhas no cumprimento da lei. E mais: a norma determina que os exportadores serão obrigados a avisar, cinco dias antes do embarque no porto de origem e novamente cinco dias antes do navio aportar nos EUA, todas as características dos produtos que estão sendo transportados para o território americano. O motivo de tanta burocracia e de tamanho entrave? A paranóia americana e o medo de possíveis atentados com armas químicas e biológicas.

Na prática, a fiscalização das importações mudou de jurisdição. Antes a regulamentação competia apenas ao Departamento de Agricultura e à Agência de Vigilância Sanitária dos EUA. Agora, o carimbo final cabe ao Ministério da Segurança Nacional. Somente no dia 12 de outubro o Congresso americano divulgará todos os termos da legislação, suas sanções e punições para quem descumprir as regras. Ainda não se sabe, por exemplo, que tipo de entidade poderá representar os exportadores em território americano. Nem como será o processo de fiscalização dos produtos. Sabe-se, por enquanto, que a lei permite a retenção de produtos sem as especificações necessárias.

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