Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 69,20 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 153,90 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 161,27 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,50 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,13 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,37 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,21 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,24 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 132,51 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 133,05 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 144,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 147,25 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 124,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,28 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.536,73 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.447,51 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 126,99 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 143,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 157,69 / cx
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Alerta aos exportadores

Uma nova lei dificulta ainda mais a venda de alimentos aos EUA. Saiba o que vai mudar.

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Da Redação 11/08/2003 – De acordo com a revista Isto é Dinheiro desta semana, uma lei recém-aprovada pelo Congresso dos Estados Unidos que entra em vigor em 12 de dezembro próximo cria a mais intransponível das barreiras às vendas de produtos alimentícios e farmacêuticos ao mercado americano. Batizada de Bioterrorism Act, ela obriga exportadores de todo o mundo a manter rigorosa fiscalização sobre suas mercadorias.

Uma das novas regras determina que as embalagens dos produtos devem informar a composição e a origem de todos os componentes usados para a fabricação do produto.A cartilha americana define ainda que empresários estrangeiros deverão manter em solo americano um representante legal que responda por possíveis falhas no cumprimento da lei. E mais: a norma determina que os exportadores serão obrigados a avisar, cinco dias antes do embarque no porto de origem e novamente cinco dias antes do navio aportar nos EUA, todas as características dos produtos que estão sendo transportados para o território americano. O motivo de tanta burocracia e de tamanho entrave? A paranóia americana e o medo de possíveis atentados com armas químicas e biológicas.

Na prática, a fiscalização das importações mudou de jurisdição. Antes a regulamentação competia apenas ao Departamento de Agricultura e à Agência de Vigilância Sanitária dos EUA. Agora, o carimbo final cabe ao Ministério da Segurança Nacional. Somente no dia 12 de outubro o Congresso americano divulgará todos os termos da legislação, suas sanções e punições para quem descumprir as regras. Ainda não se sabe, por exemplo, que tipo de entidade poderá representar os exportadores em território americano. Nem como será o processo de fiscalização dos produtos. Sabe-se, por enquanto, que a lei permite a retenção de produtos sem as especificações necessárias.

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