Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,52 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,43 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,12 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,52 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,53 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 157,55 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,79 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,69 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,69 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.462,05 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.361,39 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,58 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 163,44 / cx
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Alerta aos exportadores

Uma nova lei dificulta ainda mais a venda de alimentos aos EUA. Saiba o que vai mudar.

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Da Redação 11/08/2003 – De acordo com a revista Isto é Dinheiro desta semana, uma lei recém-aprovada pelo Congresso dos Estados Unidos que entra em vigor em 12 de dezembro próximo cria a mais intransponível das barreiras às vendas de produtos alimentícios e farmacêuticos ao mercado americano. Batizada de Bioterrorism Act, ela obriga exportadores de todo o mundo a manter rigorosa fiscalização sobre suas mercadorias.

Uma das novas regras determina que as embalagens dos produtos devem informar a composição e a origem de todos os componentes usados para a fabricação do produto.A cartilha americana define ainda que empresários estrangeiros deverão manter em solo americano um representante legal que responda por possíveis falhas no cumprimento da lei. E mais: a norma determina que os exportadores serão obrigados a avisar, cinco dias antes do embarque no porto de origem e novamente cinco dias antes do navio aportar nos EUA, todas as características dos produtos que estão sendo transportados para o território americano. O motivo de tanta burocracia e de tamanho entrave? A paranóia americana e o medo de possíveis atentados com armas químicas e biológicas.

Na prática, a fiscalização das importações mudou de jurisdição. Antes a regulamentação competia apenas ao Departamento de Agricultura e à Agência de Vigilância Sanitária dos EUA. Agora, o carimbo final cabe ao Ministério da Segurança Nacional. Somente no dia 12 de outubro o Congresso americano divulgará todos os termos da legislação, suas sanções e punições para quem descumprir as regras. Ainda não se sabe, por exemplo, que tipo de entidade poderá representar os exportadores em território americano. Nem como será o processo de fiscalização dos produtos. Sabe-se, por enquanto, que a lei permite a retenção de produtos sem as especificações necessárias.

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