Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,20 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,33 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,88 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,85 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,07 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,61 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,67 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,62 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 144,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 156,38 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,02 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,77 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,35 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,34 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.512,00 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.380,03 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 162,17 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 136,40 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 146,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Liderança na América Latina

O ano deve fechar com uma produção de 41,6 milhões de toneladas de rações e suplementos, segundo previsão do Sindirações, cerca 8% a mais que em 2001.

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Da Redação 06/06/2002 – O Brasil ocupa o primeiro lugar no ranking latino-americano na produção global de alimentos balanceados para animais – rações e suplementos. Segundo o Sindicato Nacional da Indústria de Alimentação Animal (Sindirações), o País fechou 2001 com 38,8 milhões de toneladas produzidas e, para este ano, a previsão é alcançar 41,6 milhões.

No cenário internacional, a produção brasileira de alimentos balanceados é a terceira colocada, ficando atrás apenas dos Estados Unidos (141,6 milhões de toneladas) e China (57 milhões de toneladas). Em 2001, o setor, como um todo, faturou algo próximo de US$ 7 bilhões. E há previsões otimistas para a indústria de alimentação animal este ano, com o mercado aquecido por 3 fatores: aumento do consumo de proteína animal e seus derivados; fortalecimento da produção, com ampliação na base dos rebanhos; e demanda crescente internacional pela carne brasileira (bovinos, suínos, aves e peixes).

Em 2001, o mercado brasileiro de alimentos industrializados para animais – que inclui tanto os fabricantes de rações comerciais como as integrações avícolas e de suínos e criadores que fabricam para consumo próprio – cresceu 12,63% em relação aos números registrados no ano 2000.

Para 2002, o setor prevê a continuidade da produção de alimentos balanceados em ritmos menores, crescendo de 8 a 10%. Para este ano também há uma preocupação do setor de aves e suínos em relação à saturação dos mercados externos, com o fim da crise sanitária na Europa.

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