Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,23 / kg
Soja - Indicador PR R$ 151,31 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 159,44 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,31 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,02 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,49 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,57 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,54 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,20 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 140,88 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 153,13 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 151,91 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,95 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,11 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,32 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,29 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.456,41 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.349,04 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,81 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 135,09 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 150,93 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,72 / cx
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Economia

Boas perspectivas

Apesar do baixo faturamento do setor de máquinas e equipamentos, Abimaq prevê dias melhores com novas linhas de financiamento.

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Boas perspectivas

O faturamento da indústria de máquinas e equipamentos voltou a cair em julho após ter registrado alta de 10,6% no mês anterior. No total, o faturamento do setor chegou a R$ 5 bilhões no mês passado, o que significa um recuo de 9,8% na comparação com junho.

Para o presidente da Associação Brasileira da Industria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), Luiz Aubert, o resultado tem duas interpretações. A primeira é de que a crise pode não ter sido tão rápida quanto se imaginava. E a segunda, e mais provável, é de que os fabricantes tenham deixado para faturar os pedidos em agosto para aproveitar as novas condições de financiamento oferecidas pelo Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

“A partir de outubro teremos uma sinalização mais clara”, declarou o dirigente logo depois de informar que os números de pedidos, prazos de entrega e utilização da capacidade subiram de junho para julho. Conforme os dados divulgados ontem pela Abimaq, a utilização da capacidade instalada subiu de 80,9% em junho para 81,7% em julho. Já a carteira de pedidos registrou avanço de 19,1 semanas para 19,7 em igual período.

Por outro lado, na comparação com o mesmo mês do ano passado, os números do setor continuam negativos. O faturamento em julho mostrou uma queda de 27,7% sobre julho de 2008 e o acumulado do ano, de 24,3%. A previsão mais otimista da Abimaq para o resultado do ano é de um recuo entre 12% e 14% em relação ao resultado do ano passado. No cenário pessimista, o recuo de 24,3% permanecerá até o fim do ano.

“Não tenho dúvida de que o desempenho vai melhorar, mas o quanto ainda não dá para medir”, acrescentou Aubert. Para ele, o PAC, o programa habitacional Minha Casa, Minha Vida e a Copa do Mundo de 2014 já começam a movimentar os pedidos aos fabricantes de bens de capital neste ano.

O presidente da Abimaq ressaltou também que o desempenho do mercado interno de máquinas rodoviárias retrata essa movimentação em torno de novos equipamentos. No início do mês, Caterpillar e Volvo informaram ao Valor que esperam um resultado superior ao de 2007 no que diz respeito às vendas no mercado interno.

Além disso, lembra o dirigente, as primeiras operações de financiamento no âmbito do Fundo Garantidor de Investimentos (FGI) deverão acontecer no início de setembro, o que deve alavancar as vendas de máquinas. “Estamos percebendo uma procura grande, mas o quanto será efetivado depende dos bancos privados”, afirmou Aubert, ao comentar que o sucesso das novas condições oferecidas pelo BNDES depende da vontade dos bancos em repassá-las.

Segundo a assessoria do BNDES, somando máquinas e ferramentas; máquinas para movimentação de cargas; caldeiraria e vasos de pressão; foram aprovados R$ 578 milhões desde que as novas condições de financiamento foram anunciadas, no início de julho. O BNDES, com o auxílio do Tesouro Nacional, fixou a taxa de juros de longo prazo (TJLP) em 4,5% ao ano para as linhas Finame, Finame Leasing, Agrícola e Finame-exim.

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