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Chinesa Trina Solar abrirá fábrica de trackers no Brasil e avalia produzir painéis

Unidade será um primeiro passo para tatear o mercado local e, dependendo das condições, ampliar futuramente sua produção para painéis fotovoltaicos

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Chinesa Trina Solar abrirá fábrica de trackers no Brasil e avalia produzir painéis

A chinesa Trina Solar vai estrear operações fabris no Brasil até o fim deste ano no segmento de trackers solares, com a construção de uma fábrica que aumentará em mais de 30% sua capacidade global de produzir tais equipamentos essenciais para parques de geração de energia fotovoltaica.

A unidade será um primeiro passo para tatear o mercado local e, dependendo das condições, ampliar futuramente sua produção para painéis fotovoltaicos, disseram executivos da companhia em entrevista à Reuters.

A Trina, importante fornecedora para projetos de energia solar que atende a demanda do mercado brasileiro por meio de importações da China, instalará em Salvador uma fábrica voltada para sua linha de trackers, equipamentos que otimizam a geração de usinas instaladas no chão ao permitir que as placas acompanhem a trajetória do sol ao longo do dia.

Em desenvolvimento há cerca de um ano, a planta terá capacidade de produção equivalente a 2,5 gigawatts (GW) por ano e deve iniciar atividades até o fim de 2023. O valor dos investimentos realizados pela empresa não foi divulgado.

A unidade brasileira é a primeira para produção de trackers a ser construída fora da China desde que a Trina ingressou nesse mercado, um negócio mais recente para uma companhia que já é tradicional na fabricação de módulos fotovoltaicos, disse Álvaro García-Maltrás, vice-presidente para a região da América Latina e Caribe.

“O mercado solar brasileiro é muito dinâmico, tem bom potencial e faz muito sentido para nós aumentar nossa presença aqui… Esperamos inaugurar a fabricação até o fim do ano, então estamos prontos para receber pedidos para entrega no próximo ano”, afirmou García-Maltrás.

Com a fábrica brasileira, a capacidade de produção do equipamento da Trina terá um incremento de 33,3%, passando para 10 GW por ano em todo o mundo.

Segundo o executivo, a decisão de trazer uma linha de produção ao país reflete principalmente a demanda dos clientes em adquirir equipamentos com conteúdo local, um requisito para a contratação de empréstimos para os projetos solares com condições mais favoráveis, como as linhas do BNDES.

A habilitação do conteúdo local deve permitir à companhia pelo menos “dobrar” os negócios de trackers no Brasil, disse García-Maltrás. A Trina tem cerca de 15% de participação de mercado no segmento de trackers no país, tendo assinado vendas equivalentes a 1 GW em 2023 até agora.

Ele também ressaltou a importância de a companhia estar mais próxima de seus clientes no Brasil e poder atender de forma mais rápida às necessidades de um mercado solar que cresce “forte e consistentemente”.

A produção atenderá prioritariamente à demanda do mercado local, mas a Trina também avaliará a viabilidade de exportar a partir do Brasil para outros países da América Latina, como Chile e Argentina.

“Temos que avaliar se faz sentido, especialmente de um ponto de vista econômico. Mas com certeza não vamos nos limitar.”

O movimento da fabricante chinesa ocorre em um momento em que o Brasil avalia oportunidades de fortalecer sua cadeia fornecedora de energias renováveis, em um plano que visa estimular uma reindustrialização “verde” do país.

Grandes potências, como EUA e União Europeia, também estão tentando reduzir sua dependência de produtos da China principalmente ligados ao setor solar.

MÓDULOS E ARMAZENAMENTO

A Trina também avaliará produção de painéis solares no Brasil, mas vê algumas dificuldades para isso no momento, principalmente associadas à cadeia de suprimento de materiais, disse Helena Li, vice-presidente mundial para o negócio de módulos solares.

Principal componente de um sistema de geração de energia solar, os módulos são fabricados a partir de vários materiais, como wafer de silício, molduras de alumínio e vidro, com produção concentrada na China.

“O principal gargalo para nós é a cadeia de fornecimento, se conseguíssemos comprar os materiais localmente seria mais barato, não precisaríamos importar.”

Segundo ela, nos últimos anos, principalmente após a Covid-19, a companhia passou a olhar mais para maneiras de minimizar riscos a seus clientes e evitar disrupções do fornecimento causadas por imprevistos devido ao fato de a cadeia de suprimento solar estar pesadamente concentrada na China.

“Hoje 70% ou 80% (dos painéis solares) vem da China, isso também é um risco pelo ponto de vista da indústria… Quando cada país construir uma cadeia de suprimentos básica, provavelmente o ‘gap’ entre o custo (dos produtos) da China e esses países será menor”, avaliou Li.

A executiva também disse que a Trina apresentará suas soluções de armazenamento de energia ao mercado brasileiro nesta semana, durante o evento do setor Intersolar.

Para Li, as soluções de armazenamento vão se tornar um “complemento natural” para as redes elétricas pelo mundo, uma vez que permitem amenizar a intermitência das fontes de energia eólica e solar, que têm geração mais variável e não controlável, além de otimizar a utilização desses recursos.

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