Aves são criadas em sistema de semiconfinamento; alimentação inicial é à base de ração.
Produtor aposta em galinha caipira de origem francesa
Redação (30/01/06) – A carne mais saborosa e consistente do frango caipira ainda atrai muita gente “da cidade”. Por conta disso, a avicultura alternativa aparece como atividade lucrativa a pequenos produtores que buscam diversificação.
Numa área de quatro alqueires, o produtor rio-pretense Daniel Henrique Bigolin mantém, além de porcos e tanques com peixes ornamentais e que servem de isca viva, criatório de galinhas da raça label rouge, de origem francesa, conhecidas também como caipiras.
Preferindo não revelar números, ele afirma que a atividade é rentável.
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O produtor fornece em média de 30 galinhas em pé por semana para feirantes.
Depois de abatida, a ave pesa até 2,5 quilos e pode custar até R$ 15 a unidade.
“O custo com alimentação é baixo, o que torna a atividade lucrativa.”
As galinhas são criadas em sistema de semiconfinamento. Até os 30 dias, são alimentadas somente com ração.
Depois disso, as aves ficam num piquete onde podem ciscar e comer insetos e recebem cardápio à base de folhas e de milho.
O produtor diz que as aves são resistentes a doenças e que adquire pintos vacinados. O processo de criação do frango label rouge, que tem o pescoço pelado, é mais demorado que o industrial.
Enquanto a ave industrial vai para o abate em cerca de 30 dias, o frango caipira demora até 150 dias.





















