Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 71,56 / kg
Soja - Indicador PRR$ 122,92 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 130,87 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,12 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,75 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,68 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,63 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,80 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 177,83 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 189,46 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 200,77 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 210,46 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 168,87 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 195,36 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,05 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,09 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.217,19 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.093,06 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 212,24 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 191,00 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 182,20 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 184,52 / cx

Dark House: mais barato que o convencional

Produzir frangos de corte em sistema Dark House (com controle de luz) pode sair mais barato para o produtor que o sistema de produção convencional. E com o ambiente controlado, as aves tendem a apresentar uma melhor conversão alimentar e menos estresse.

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A luminosidade e a ventilação internas são artificiais e controladas de acordo com a fase da ave

Redação (05/02/2008)- A diferença está no controle da luminosidade do galpão, de acordo com a fase de crescimento da ave. O sistema Dark House de produção para frangos de corte consiste na combinação de um específico programa de luz com um adequado programa de ventilação. As aves, neste sistema, passam a maior parte de seu confinamento em um ambiente escuro, sem contato com a luz natural. “A intensidade da luz no galpão, feita de forma artificial, é controlada de acordo com a idade da ave, por meio de um programa específico e de um Dimmer (controlador digital)”, explica Rodrigo Belasques Costa, médico veterinário e gerente de Integração da Averama, sediada em Umuarama (PR). 

Segundo o gerente, este sistema vem sendo adotado no Brasil, principalmente no oeste do Paraná, por proporcionar melhor conforto às aves. “Num ambiente escuro, as aves ficam mais calmas, comem menos e apresentam uma melhor conversão alimentar, se comparada à conversão de uma ave produzida no sistema convencional”, explica. Ainda de acordo com Costa, hoje, cerca de 200 galpões de frangos de corte no oeste do Paraná operam com o sistema Dark House. “Este sistema, ao contrário do que muitas pessoas imaginam, tem um custo mais baixo para o produtor do que o sistema de confinamento convencional de frangos. O Dark House possibilita o alojamento de mais aves por metro quadrado, cerca de 1,5 ave a mais”, para o veterinário. 

Ambiente escuro

O sistema Dark House de produção de frangos de corte é bem conhecido e muito utilizado nos Estados Unidos. No Brasil, a Cooperativa Agropecuária de Cascavel (Coopavel), de Cascavel (PR), foi quem apostou pesadamente nesta alternativa de produção, há cerca de três anos. Costa foi um de seus principais técnicos e coordenadores até então. “Costumo enfatizar que grande parte do sucesso do sistema Dark House vem de um correto programa de luz, um programa de ventilação adequado e de não realizar nenhuma adaptação no sistema. Quanto mais fiel for a implantação da tecnologia Dark House, melhores serão os resultados”, alerta. 

Rodrigo Belasques Costa contará mais detalhes sobre o sistema Dark House e apresentará os resultados positivos que vários produtores paranaenses vêm obtendo com esta criação no dia 14 de maio, às 9h15, na sala Arvoredo 2, do Centro de Convenções CentroSul, em Florianópolis (SC), em sua palestra Sistema de Produção de Frangos em Aviários Dark House, que faz parte da programação do Seminário Internacional de Avicultura, realizado junto à AveSui América Latina 2008. 

Veja a programação técnica completa da AveSui América Latina 2008 na página www.avesui.com/seminario

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