Em novembro do ano passado, o Mapa (Ministério da Agricultura e Pecuária) já reconheceu MS como área livre do vírus da doença com vacinação.
MS aguarda para maio atestado da OIE como área livre de aftosa
Em novembro do ano passado, o Mapa (Ministério da Agricultura e Pecuária) já reconheceu MS como área livre do vírus da doença com vacinação. O reconhecimento da OIE é fundamental para o Estado retomar a venda da carne bovina para grandes mercados internacionais.
A partir da certificação do Mapa como livre da doença com vacinação, no ano passado, o Estado deu início aos pleitos junto à OIE. O reconhecimento da Organização é uma exigência de alguns compradores, como a União Européia, e foi perdido pelo Estado em 2005, com o surgimento de casos da doença em Eldorado, Japorã e Mundo Novo.
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Durante entrevista ao programa de rádio Tribuna Livre da FM Capital, a secretária disse que o Estado passou por uma má fase na pecuária em razão da doença, mas que hoje a situação é melhor.
Ela acredita que os preços da carne bovina para o produtor devem melhorar neste ano. Tereza Cristina ressaltou que a situação dos pecuaristas é mais confortável se comparada com os agricultores, por exemplo, já que os criadores de gado estão menos endividados.
Perspectivas agrícolas
Tereza Cristina salientou que o ano também oferece boas perspectivas para a agricultura com melhora significativa nos preços. Os produtores rurais de MS amargaram perdas no ano de 2005 e 2006 em razão de variações climáticas.
A secretária explicou que os produtores de milho, por exemplo, ganharam novo fôlego com a exportação do produto que atingiu recorde, tudo porque a União Européia não cultivou quantidade suficiente do grão.
“Só MS vendeu para o mercado externo quase 800 mil toneladas, o que deu fôlego ao produtor”, enfatizou a secretária.
Na mesma entrevista, ela demonstrou otimismo com a renegociação das dívidas rurais que deve ser anunciada amanhã pelo ministério da Agricultura.




















