Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,62 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,26 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,52 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,94 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,13 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,32 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,62 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,81 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,75 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 132,70 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 145,29 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 146,96 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 124,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,34 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.532,17 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.419,84 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,97 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 127,83 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 140,69 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Ovos contribuem para o aumento do IPC

Além do produto, frutas e legumes seguem com preços mais elevados no mercado interno.

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Redação (27/03/2008)- Os preços mais elevados dos ovos, das frutas e dos legumes foram os maiores responsáveis pela migração do subgrupo alimentício Produtos In Natura do terreno negativo (-0,27%) para o positivo (1,08%) entre a segunda e a terceira quadrissemana de março na capital paulista. A avaliação é do coordenador do Índice de Preços ao Consumidor (IPC) da Fipe, Márcio Nakane. Ele afirmou que o subgrupo teve papel fundamental para que o grupo "Alimentação" apresentasse uma queda menor no período, de 0,03% ante 0,13%.

De acordo com a apuração da Fipe, o item ovos continuou sendo o alimento de maior contribuição de alta para o IPC. No período, subiu 14,45% ante 11,74% e respondeu sozinho por 0,05 ponto porcentual da inflação paulistana, de 0,26% na terceira quadrissemana. Na mesma pesquisa, o segmento Frutas variou 0,59% ante 0,24%; e os legumes apresentaram alta média de 2,00% contra um recuo de 3,60% no levantamento anterior.

Nakane destacou que a Alimentação não subiu na terceira quadrissemana apenas porque ainda há uma espécie de "cabo-de-guerra" entre o subgrupo Produtos In Natura e o de alimentos semi-elaborados, que, na pesquisa divulgada hoje pela Fipe, apresentou queda média de 1,88% ante baixa de 1,22%. Neste subgrupo, o destaque continua sendo o preço do feijão, que recuou 12,54% ante queda de 8,94% e respondeu por um alívio de 0,06 ponto porcentual no IPC.

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