Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 64,24 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 147,24 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 151,92 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,39 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,94 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 6,02 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,99 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 131,88 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 136,83 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 146,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,18 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 124,16 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 136,13 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,49 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,50 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.560,67 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.473,40 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 153,99 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 128,04 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 140,00 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 150,47 / cx
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Energia Limpa

Sob novo marco regulatório, energia solar distribuída cresce e já soma mais de 4% do consumo

Produção em micro e miniusinas solares atingiu 1.828 MW médios, crescimento de 80% na comparação anual
 

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Sob novo marco regulatório, energia solar distribuída cresce e já soma mais de 4% do consumo

A geração própria de energia elétrica vem ganhando cada vez mais espaço no Brasil, com o volume produzido em painéis solares instalados em residências, comércios e indústrias já representando 4,3% de todo o consumo do mercado regulado, segundo um levantamento da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), que foi antecipado à Reuters.

A quantidade de consumidores que possuem a “geração distribuída” — micro ou miniusinas com até 5 megawatts (MW) de potência — ainda é relativamente pequena, mas já vem afetando o mercado da distribuidoras, uma vez que esses clientes passam a consumir menos energia da rede.

A fatia da geração distribuída também se torna relevante para uma tecnologia que era incipiente até poucos anos atrás no Brasil, um dos países que lideram a expansão da energia solar no mundo, junto de China, Estados Unidos, Índia e União Europeia.

Segundo os dados da CCEE, no primeiro semestre, a produção de energia em micro e miniusinas solares atingiu 1.828 MW médios, um crescimento de 80% na comparação anual.

A CCEE considera que todo esse volume gerado foi consumido, correspondendo aos 4,3% do consumo total de 42.600 MW médios no mercado regulado no período. Já em capacidade instalada, a geração distribuída solar atingiu 11.315 MW no país, o equivalente à capacidade da usina de Belo Monte (PA), a maior hidrelétrica 100% brasileira.

A potência alcançada na primeira metade do ano representa uma adição de mais de 2 GW frente aos 9 GW do fim de 2021, evidenciando a adoção acelerada de uma tecnologia que, há quatro anos, não havia nem ultrapassado a marca de 1 GW.

“De um lado, temos a demanda crescente da sociedade por mais sustentabilidade e, do outro, um apetite grande dos investidores, tornando esse mercado ainda mais atrativo”, disse o presidente do Conselho de Administração da CCEE, Rui Altieri.

Segundo Altieri, a geração distribuída tem se tornado cada vez mais relevante na matriz nacional e certamente continuará ampliando sua representatividade. Ele ressalta a importância de se monitorar o crescimento da tecnologia, para que o setor elétrico possa alcançar “uma rede ainda mais robusta e um mercado muito bem equilibrado”.

A energia solar também vem crescendo através da construção de grandes complexos da fonte, classificados como “geração centralizada”. No primeiro semestre, esses projetos produziram 1.207 MW médios de energia, 64% acima no comparativo anual.

As grandes “fazendas solares” também estão atrás da geração distribuída em potência, somando pouco mais de 5 GW no país.

 

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