CNA conclui missão na Europa com reuniões na OCDE em Paris

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) encerrou a missão oficial à Europa, na quinta (30), com reuniões na Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), em Paris.
A comitiva se reuniu com o embaixador do Brasil junto à OCDE, Sarquis José Buainain Sarquis, o embaixador brasileiro em Paris, Ricardo Tavares, o secretário geral da OCDE, Mathias Cormann, e também com a diretora de Comércio e Agricultura, Marion Jansen.
Participam da missão o vice-presidente de Relações Internacionais da CNA e presidente do Sistema Farsul (RS), Gedeão Pereira; o presidente da Famasul (MS) e membro titular do Conselho Deliberativo da ApexBrasil, Marcelo Bertoni; os diretores Sueme Mori (Relações Internacionais) e Bruno Lucchi (Área Técnica); e os integrantes da FPA, o presidente Pedro Lupion e a senadora Tereza Cristina.
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Na agenda com a diretoria de Comércio e Agricultura, foi debatida a construção de indicadores ligados à sustentabilidade da produção agropecuária e a importância da participação do Brasil na discussão, principalmente por ser um país de clima tropical.
“A OCDE é composta por 38 países membros e entende que é necessário consultar outras nações se quiser fazer um estudo mais abrangente. Eles reconhecem que os países em desenvolvimento, entre eles o Brasil, tem trabalhado na melhoria de práticas sustentáveis”, disse o diretor técnico Bruno Lucchi.

Segundo Lucchi, a organização se comprometeu em informar sobre os eventos que envolvam a temática de produção agropecuária, para que o Brasil mande algum representante ou pesquisador para contribuir com as discussões.
Durante as reuniões com a OCDE, a CNA e os parlamentares convidaram as autoridades para participarem da COP 30, que será realizada no mês de novembro, em Belém (PA), e conhecerem in loco as práticas sustentáveis adotadas pelos produtores rurais.

“A presença da OCDE será fundamental para a condução da discussão de sistemas produtivos sustentáveis, para que possamos buscar práticas que garantam a segurança alimentar do mundo e conseguir ter uma matriz energética mundial mais renovável”, concluiu o diretor.
Durante quatro dias, a comitiva esteve em Roma, Bruxelas e Paris para uma série de reuniões com organizações internacionais (FAO e OCDE), adidos agrícolas, embaixadores e representantes do Parlamento e da Comissão Europeia. A programação teve ainda uma visita ao European Landowners Organization (ELO).





















