Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,93 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,10 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,87 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,20 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,42 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,53 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,73 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 141,81 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,61 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 154,39 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,09 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,74 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.457,55 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.355,06 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,21 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 134,16 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 162,73 / cx
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Certificação

Não é só bovino, suinocultura também ganha com Brasil livre da febre aftosa

Ministro da Agricultura destaca avanço histórico para o setor agropecuário brasileiro e novas oportunidades comerciais

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Não é só bovino, suinocultura também ganha com Brasil livre da febre aftosa

Na manhã da terça-feira (04), o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, anunciou durante coletiva de imprensa, um marco histórico para o setor agropecuário brasileiro: o Brasil recebeu o certificado de país livre de febre aftosa sem vacinação. A conquista, segundo o ministro, é fruto de 64 anos de esforços contínuos no combate à doença e representa uma virada significativa no status sanitário do país.

“É um dia histórico para a agropecuária brasileira. Foram 64 anos de luta contra a febre aftosa, e agora o Brasil recebe esse certificado, o que muda completamente o nosso estado sanitário e as oportunidades comerciais para a pecuária e também para a suinocultura”, afirmou o ministro.

Ele ressaltou que a conquista não se limita apenas à bovinocultura, mas abrange também outras cadeias produtivas. “É importante dizer isso. Talvez muitos olhem para a febre aftosa só como algo relacionado aos bovinos, mas não é só isso. Envolve bovinos, caprinos, ovinos e também a suinocultura, que vai ter grandes oportunidades a partir deste novo cenário.”

O reconhecimento internacional reforça a credibilidade do sistema sanitário brasileiro, que foi exaltado pelo ministro durante o anúncio. “Será uma data histórica, muito relevante, que o Brasil deve comemorar. E é mais uma comprovação de como o sistema sanitário brasileiro é eficiente, forte, robusto, e que está, cada vez mais, garantindo a qualidade dos produtos brasileiros para nossos consumidores e também para os nossos compradores internacionais.”

O novo status sanitário deve abrir portas para mercados mais exigentes, além de consolidar a imagem do Brasil como referência mundial em sanidade agropecuária.

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