Entenda os desafios que o setor de aves caipiras no Reino Unido enfrenta com novas regras que dificultam o desenvolvimento agrícola
Setor de aves caipiras no Reino Unido enfrenta obstrução de novas regulamentações

A construção de novas unidades de criação de aves caipiras em bacias hidrográficas com neutralidade nutricional se tornou praticamente impossível no Reino Unido. Segundo consultores da Harrison Pick, que lidam com cerca de 60% das aplicações do setor, ninguém conseguiu construir uma nova unidade de criação ao ar livre nessas áreas nos últimos três anos, desde que as regras entraram em vigor.
Os produtores expressaram sua frustração com a falta de bom senso dos planejadores locais e nacionais. A legislação de Ganho Líquido de Biodiversidade (BNG), que visa a sustentabilidade, está penalizando os agricultores por ganhos excessivos. Em alguns casos, os produtores foram informados de que, se excedessem o aumento mínimo de 10%, enfrentariam acordos legais e taxas anuais de monitoramento, o que é visto como um “resultado perverso” que pune quem mais contribui para o campo.
Além da neutralidade nutricional, o setor enfrenta regulamentações cada vez mais rigorosas em relação à qualidade do ar, que estão dificultando a aprovação de aplicações que teriam sido aprovadas há poucos anos. Os comitês de planejamento eleitos muitas vezes cedem à pressão local, e o cálculo político frequentemente se sobrepõe às evidências técnicas, gerando incerteza, atrasos e mais custos para os produtores.
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A situação é ainda mais grave no País de Gales, onde não houve aprovação de novas unidades avícolas desde fevereiro de 2022, resultando em mais de dois anos sem crescimento para o setor de criação ao ar livre.





















