Perfis são disputados até por empresas financeiras
Região Centro-Oeste tem escassez de profissionais qualificados para o agronegócio

O mercado de recrutamento e seleção está bastante aquecido de uma forma geral, entretanto a região Centro-oeste identifica escassez de bons profissionais no segmento do agronegócio. Esses perfis especializados estão muito acessados, com isso as empresas têm feito movimentos de retenção agressivos para segurar os perfis, o que tem gerado grande impacto no setor.
Segundo Anderson Schemberg, executivo responsável na região centro oeste do ecossistema de soluções de RH, a FESA Group, das posições para o agronegócio que realizou este ano, em 80% houve negociação de salários e benefícios porque as empresas empregadoras aplicaram contraproposta agressiva de retenção.
” Além das tradicionais áreas do agro, como pecuária e insumos, os profissionais estão sendo disputados pelas empresas de maquinário agrícola, por empresas familiares que passarão por sucessão e até pelos bancos que entendem que no negócio rural é extremamente que o profissional transite entre o conhecimento técnico e a confiança do produtor”, reforça Schemberg.
Leia também no Agrimídia:
- •Congresso APA de Ovos começa hoje em Limeira (SP) e reúne especialistas para debater mercado, sanidade e inovação na avicultura de postura
- •Master Agroindustrial anuncia R$ 250 milhões em investimentos para expansão da suinocultura com produtores integrados
- •Rio Grande do Sul intensifica vigilância após foco de influenza aviária em aves silvestres na Reserva do Taim
- •Curso de avicultura capacita produtores rurais na zona rural de Mossoró (RN)
O executivo afirma também que muitos perfis estão sendo promovidos precocemente, ou principalmente sofrendo reajustes salariais bem significativos, que estão extrapolando algumas faixas médias de remuneração para as posições. O receio é que esteja se formando uma bolha no segmento como houve com profissionais da Internet há alguns anos. Em média, ao mudar de emprego a expectativa de aumento salarial é de 10 a 15%. No agro, a expectativa chega a acréscimo de 50%.
Agronegócios – O mercado de recrutamento e seleção no do agronegócio está mais que aquecido. Segundo Anderson Schemberg, executivo da FESA Group na região centro oeste, das posições para o agronegócio que realizou este ano, em 80% houve negociação de salários e benefícios porque as empresas empregadoras aplicaram contraproposta agressiva de retenção.
De trator a banco – Além das tradicionais áreas do agro, como pecuária e insumos, os profissionais estão sendo disputados pelas empresas de maquinário agrícola, por empresas familiares que passarão por sucessão e até pelos bancos que entendem que no negócio rural é extremamente que o profissional transite entre o conhecimento técnico e a confiança do produtor.
Bolha – O receio é que esteja se formando uma bolha no segmento como houve com profissionais da Internet há alguns anos. Em média, ao mudar de emprego a expectativa de aumento salarial é de 10 a 15%. No agro, a expectativa chega a acréscimo de 50%





















