Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 64,27 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 146,69 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 152,41 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,48 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,93 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 6,02 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,99 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 129,09 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 131,45 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 141,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 143,17 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 121,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 132,98 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,27 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,29 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.560,32 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.473,40 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,33 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 128,04 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 138,21 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 150,17 / cx
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DESTAQUES: China aponta vírus em frango brasileiro e país reage

Um resumo das principais notícias nos portais da Avicultura Industrial e Suinocultura Industrial

DESTAQUES: China aponta vírus em frango brasileiro e país reage

A China afirmou nesta quinta-feira que detectou traços do novo coronavírus em uma amostra retirada da superfície de asas de frango congeladas importadas do estado brasileiro de Santa. As autoridades de saúde rastrearam e testaram todas as pessoas que podem ter entrado em contato com produtos alimentícios potencialmente contaminados, e todos os resultados foram negativos.

Autoridades brasileiras reagiram à informação. O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Brasil ressaltou que, segundo a FAO e a OMS, não há comprovação científica de transmissão do vírus da COVID-19 a partir de alimentos ou embalagens de alimentos congelados. O MAPA reitera a inocuidade dos produtos dos estabelecimentos sob SIF, que obedecem protocolos rígidos para a saúde pública.

A Associação Catarinense de Avicultura (ACAV) saiu em defesa do produto brasileiro. A Acav enfatizou que evidências científicas demonstram que inexiste a possibilidade de contaminação em produtos de origem alimentícia, em especial nas proteínas animais, necessitando assim um esclarecimento das autoridades competentes quanto às alegações trazidas.

E as vendas externas do agronegócio em julho representaram 51,2% no valor total exportado pelo país, somando US$ 10 bilhões no mês passado, alta de 11,7% em relação ao valor exportado em julho de 2019. De acordo com o Boletim da Balança do Agronegócio, divulgado nesta semana pela Secretaria de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (SCRI-Mapa), as importações, por outro lado, tiveram diminuição de 16,3% atingindo US$ 982 milhões em julho. O saldo da balança ficou em US$ 9 bilhões.

As exportações de carne suína tiveram incremento de 34,2% em valor, atingindo a cifra de US$ 202 milhões em julho de 2020. A China também foi o país responsável pelo aumento das exportações brasileiras, tendo adquirido US$ 106,68 de carne suína in natura brasileira em julho de 2020 (+90,3%). Já as exportações de carne de frango tiveram decréscimo no período de análise, passando de US$ 673 milhões em julho de 2019 para US$ 490 milhões em julho de 2020 (-27,2%).

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) informou que Cingapura abriu seu mercado para miúdos de suínos produzidos no Brasil. Em nota, disse que a autorização é válida para todas as unidades brasileiras habilitadas para exportar carne suína ao país. “Atualmente, 29 plantas estão aptas a embarcar carne suína com e sem osso para este destino”, disse a entidade. ” Terceiro principal destino (atrás apenas de China e Hong Kong), Cingapura importou 32 mil toneladas entre janeiro e julho, volume 49% superior ao efetivado nos sete primeiros meses de 2019.”

A produção pecuária do Brasil registrou queda no abate de bovinos e frangos no segundo trimestre de 2020, aponta levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Apenas o abate de suínos cresceu, tanto na comparação com o primeiro trimestre de 2020 quanto no confronto contra o segundo trimestre de 2019. Na comparação com o mesmo período do ano passado, o abate de bovinos caiu 9,7% e o de frangos, 1,6%, enquanto o de suínos cresceu 5,9%. Já contra o trimestre passado, houve diminuição de 1,2% no abate dos bovinos e 7,2% no de frangos, ao passo que o abate de suínos também cresceu nesta comparação, 1,6%.

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